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    Vôlei


    Suspeita de antidoping de Tandara é remédio de controle menstrual

    A atleta foi pega de surpresa com a notícia e ficou inconformada e triste

     

      A suspeita de resultado adverso é sobre remédio para controle menstrual
    A suspeita de resultado adverso é sobre remédio para controle menstrual | Foto: Wander Roberto/COB

    O Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciou na noite desta quinta-feira (5) que a oposta Tandara Caixeta está suspensa provisoriamente “por potencial violação de regra antidopagem” e não participa mais da Olimpíada de Tóquio (Japão), retornando nesta sexta (06) ao Brasil.  A suspeita de resultado adverso é sobre remédio para controle menstrual.

    A previsão é que a jogadora chegue a São Paulo na tarde deste sábado (7). De acordo com a reportagem do O Globo, a atleta foi pega de surpresa com a notícia e ficou inconformada e triste.

    Segundo comunicado do COB, a notificação foi realizada pela Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD). “O teste foi realizado no período fora de competição no centro de treinamento da modalidade em Saquarema, no dia 7 de julho”, diz a entidade.

      Ela acredita que a alteração possa ser resultado de um tratamento para controle menstrual, pois ela tentou regular o ciclo menstrual nos últimos tempos. A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) tinha ciência do remédio e autorizou seu uso.  

    A assessoria de imprensa da atleta informou que “Tandara Caixeta está trabalhando em sua defesa e só se manifestará após a conclusão do caso”.

    O Brasil enfrenta a Coreia do Sul, em jogo decisivo pelas semifinais da Olimpíada, nesta sexta-feira (6) a partir das 9h (horário de Brasília).

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