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    Punição


    Caboclo doou 1 tonelada de ração após chamar mulher de “cadela”

    Em nota, Rogério Caboclo informou que esta decisão “não tem respaldo legal e, portanto, é sem efeito”

     

    Dentre as denúncias que surgiram contra o dirigente, uma era de que ele teria oferecido biscoito canino para uma das funcionárias da CBF
    Dentre as denúncias que surgiram contra o dirigente, uma era de que ele teria oferecido biscoito canino para uma das funcionárias da CBF | Foto: Lucas Figueiredo/CBF

    Rogério Caboclo, presidente afastado da CBF, fechou um acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) que o investigava por conta das denúncias de assédio.

    Nele, está prevista a doação de uma tonelada de ração à Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa). A informação é do portal “UOL”.

    Dentre as denúncias que surgiram contra o dirigente, uma era de que ele teria oferecido biscoito canino para uma das funcionárias da CBF.

      A doação de alimentos para animais está inclusa no acordo que Caboclo fechou na última sexta-feira (3), além da ração, o presidente afastado ainda teria doado medicamentos para a Suipa, além de também enviar os mesmos itens para a Secretaria Municipal de Proteção aos Animais.  

    Caboclo teve ainda que realizar a doação de cestas básicas, peça de reposição para viaturas e telefones celulares ao Projeto Maria da Penha.

    A CBF acabou decidindo, através da Comissão de Ética da entidade, que Caboclo não cometeu assédio sexual contra esta denunciante em questão. Na decisão, a Comissão entendeu que o comportamento do dirigente foi inadequado e, por isso, decretou uma punição com 15 meses de afastamento.

    Caboclo

    A Comissão de Ética da Confederação Brasileira de Futebol afastou novamente o presidente da entidade, Rogério Caboclo, de forma preventiva.

    Desta vez, o afastamento temporário é por 60 dias e teria como base uma denúncia de assédio moral feita por um diretor da entidade.

    Em nota, Rogério Caboclo informou que esta decisão “não tem respaldo legal e, portanto, é sem efeito”. O parecer da Comissão de Ética ainda precisa ser apreciado pelos presidentes das 27 federações estaduais em Assembleia Geral, que poderá acatá-lo ou não.

    A Assembleia Geral, no entanto, não foi agendada e, com isso, Caboclo poderia voltar ao cargo nesta sexta-feira. A punição preventiva de 60 dias se encerra na quinta. Desta maneira, os presidentes das federações estaduais ganham mais tempo para tomar uma decisão.

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