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    Eleição


    Simone Biles é eleita uma das personalidades de 2021

    A revista destacou a posição tomada por Biles na Olimpíada de Tóquio, quando deixou de participar de várias finais por causa de uma crise psicológica

     

    Biles, de 24 anos, desembarcou em Tóquio com sete medalhas olímpicas e era apontada para ser o grande nome dos Jogos, mas ela acabou desistindo de disputar seis de suas cinco finais por causa da crise psicológica
    Biles, de 24 anos, desembarcou em Tóquio com sete medalhas olímpicas e era apontada para ser o grande nome dos Jogos, mas ela acabou desistindo de disputar seis de suas cinco finais por causa da crise psicológica | Foto: Reprodução

    Simone Biles foi eleita, nesta quarta-feira (1º), uma das personalidades do ano pela revista People.

    Ela é considerada como uma das maiores ginastas de todos os tempos e foi uma das capas da publicação na qual o título indicava a norte-americana como "mais que uma atleta".

    A revista destacou a posição tomada por Biles na Olimpíada de Tóquio, quando deixou de participar de várias finais por causa de uma crise psicológica denominada “twisties”.

    Depois da postura da americana é que se passou a discutir a saúde mental dos atletas.

    O fenômeno é comum na ginástica artística, esporte no qual os atletas perdem a noção de seus movimentos quando estão no ar e ficam completamente desorientados, o que pode causar riscos para os ginastas, que não sabem onde e como vão pousar.

    Biles, de 24 anos, desembarcou em Tóquio com sete medalhas olímpicas e era apontada para ser o grande nome dos Jogos, mas ela acabou desistindo de disputar seis de suas cinco finais por causa da crise psicológica.

    Simone Biles também foi uma das 250 atletas a denunciar, em 2017, que Larry Nasser, ex-médico da seleção norte-americana de ginástica artística, cometia abusos físicos, sexuais e morais. Ele foi condenado há mais de cem anos de prisão.

    Além de Biles, a revista People também homenageou a cantora Dolly Parton, que auxiliou na doação de livros para mais de 160 milhões de crianças, a atriz e produtora Sandra Oh, que lutou contra crimes de ódio xenofóbicos contra asiáticos e conduziu produções transformadoras, e a professora Juliana Urtubey, representando todos os três milhões de profissionais da área que garantiram educação para jovens e adultos na pandemia nos Estados Unidos.

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