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    Saúde


    Doença de Parkinson: sintomas, tratamento e diagnóstico

    Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1% da população mundial com mais de 65 anos é portadora desta enfermidade, mas pode ocorrer também precocemente e surgir antes dos 21 anos de idade

     

    Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1% da população mundial com mais de 65 anos é portadora da enfermidade
    Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1% da população mundial com mais de 65 anos é portadora da enfermidade | Foto: Divulgação

    No último dia 11 de abril foi celebrado o dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson, uma campanha que precisa ser amplamente divulgada para entendermos um pouco mais sobre esta doença neurológica tão comum e intrigante.

    Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1% da população mundial com mais de 65 anos é portadora desta enfermidade, mas pode ocorrer também precocemente e surgir antes dos 21 anos de idade.

    Degeneração de células

    A Doença de Parkinson ocorre por causa da degeneração das células situadas numa região do cérebro chamada substância negra. Essas células produzem a substância dopamina, que conduz as correntes nervosas (neurotransmissores) ao corpo.

    A falta ou diminuição da dopamina afeta os movimentos provocando os sintomas dos tremores involuntários, rigidez muscular, desequilíbrios, tonturas e distúrbios do sono, além de alterações na fala e na escrita.

    A doença de Parkinson se torna cada vez mais incapacitante, pois o diagnóstico costuma ser tardio, o paciente busca ajuda clínica somente quando o quadro já está avançado.

    Existem vários tipos de tratamento, que pode ser medicamentoso, psicológico e em alguns casos cirúrgicos.

    Infelizmente ainda não há cura para a doença de parkinson. Acredita-se que seja originada pela soma de fatores genéticos a exposições ambientais, remédios, produtos tóxicos e químicos.

    O diagnóstico da doença é feito com base na história clínica do paciente e no exame neurológico. Não há nenhum teste específico para o seu diagnóstico ou para a sua prevenção. Sabemos que, quanto mais cedo for detectado, mais opções teremos para retardar a doença e proporcionar tratamentos para uma qualidade de vida.

    Procure ajuda médica se perceber pequenos tremores nas mãos ou tiver notado uma diminuição na sua letra, mantenha sempre atividades intelectuais e pratique atividades físicas para preservar a qualidade dos seus movimentos. Cuidem-se!

    Dr. Euler Ribeiro


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