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    ARTIGO


    Honda, 50 anos de compromisso solidário com a Amazônia

    A Moto Honda da Amazônia completa 45 anos de sua fábrica em Manaus enquanto a Honda assinala 50 anos de conjugação do verbo empreender na Floresta. Leia no artigo de Nelson Azevedo

    Escrito por Nelson Azevedo no dia 02 de agosto de 2021 - 21:14
    | Foto: Divulgação

    Nelson Azevedo

    Economista, empresário, presidente do Sindicato da Indústria Metalúrgica Mecânica e Material Elétrico de Manaus e ice-presidente da FIEAM

    Por Nelson Azevedo 

    A Moto Honda da Amazônia completa 45 anos de sua fábrica em Manaus enquanto a Honda assinala 50 anos de conjugação do verbo empreender na Floresta. É uma empresa japonesa, com DNA amazônico, tal sua identificação, compromisso e solidariedade com nossa gente. No cinquentenário, em lugar de festas, badalações e agitos tão comuns em nossos dias, a empresa fez diferente. Distribuiu 36 toneladas de alimentos para comunidades com maior vulnerabilidade social. Todos sabemos que, entre as sequelas da pandemia, uma das mais preocupantes é o lastimável agravamento  da fome. O Brasil voltou ao Mapa da Fome e esta mazela já atinge mais de 45% dos excluídos.

    The Power of Dreams

    Dessa vez, assim como ocorreu com o álcool em gel, equipamentos de proteção individual, a crise do oxigênio, entre outras emergências, a Moto Honda fez a diferença. Envolveu seus colaboradores nessa jornada cívica e solidária. Como é redundante destacar, os colaboradores da Honda se sentem parte da empresa. E é assim que funciona, desde o impulso empreendedor do Senhor Soichiro Honda, seu fundador. Ele acreditou por toda a vida no The Power of Dreams, o poder dos sonhos, seu maior legado. O sonho de realizar o melhor de nós, algo do que as gestões corporativas mais evoluídas transformaram na grande descoberta do milênio, a Honda começou a fazer a conjugação dos verbos sonhar, empreender e gerar oportunidades na primeira do plural.
    Valores éticos
    Tive o privilégio, graças à confiança do empreendedor Natan Xavier de Albuquerque, sócio local da Honda nos primórdios, de ser diretor regional da empresa em sua instalação e decolagem para um patamar de excelência do modo Honda de empreender, algo que é nosso maior orgulho. Por isso, vejo como algo natural os colaboradores, inspirados nos valores éticos que descrevem a corporação, fazerem parte da Ação Solidária. Eles souberam de iniciativas semelhantes em empresas vizinhas e trataram  de imprimir sua marca  coletiva dos braços abertos e das mãos estendidas.

    Benefícios e chancela

    Hoje, a Moto Honda da Amazônia propicia para Manaus, Amazônia e Brasil, um cardápio imenso de benefícios, que ultrapassa seus milhares de empregos, lazer, esporte, salários compatíveis, qualificação, creche para filhos de funcionários entre tantas outras vantagens. De quebra, a empresa se transformou no endosso e atração de novos investimentos. Sua presença no Polo Industrial de Manaus desde sua implantação fabril é a chancela mais convincente de que vale a pena investir na Amazônia, fazer parte desta equação produtiva e fecunda que descreve gerar riqueza na floresta, onde a harmonia se dá essencialmente entre economia e ecologia.

    Proteção florestal e qualificação dos jovens

    Gerar seis ou sete mil empregos diretos, beneficiando 35 mil pessoas, equivale a uma contribuição robusta de proteção florestal, de formação acadêmica para as novas gerações que frequentam a Universidade do Estado do Amazonas, presente em todos os municípios do Estado. Ali se dá desde a primeira hora a contribuição da Honda que, assim como as demais empresas, repassam para a UEA e para os fundos de turismo, interiorização do desenvolvimento de micro e pequenas empresas, algo em torno de R$1,4 bilhão/ano.

    Paz universal

    Nossas felicitações e agradecimentos à família Honda, o sonho e a ousadia de - finda a II Guerra Mundial, num país destroçado pela infâmia da bomba atômica de Hiroshima e Nagasaki – empreender e demonstrar que a geração das oportunidades é a melhor forma de sonhar acordado e permitir que as gerações vivam em paz e acreditem na vida e no trabalho como um hino de comunhão mundial, e construção da paz universal e da prosperidade social.
    (*) Nelson é economista, empresário, presidente do Sindicato da Indústria Metalúrgica, de Metalomecânica e Materiais Elétrico de Manaus, conselheiro di CIEAM e vice-presidente da FIEAM.

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