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    Ainda discretas, obras têm início na Colina

    Trabalhadores iniciaram uma espécie de isolamento do campo – foto: Alberto César Araújo

    Na tarde desta quarta-feira (30), durante o treino da equipe do São Raimundo, já era possível observar as primeiras movimentações para se dar inícios as obras de reforma do estádio Ismael Benigno, a Colina.

    De acordo com informações da assessoria da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), a licitação do projeto para a reforma do estádio foi aprovada no dia 24 de janeiro. A empresa escolhida para comandar os trabalhos é a Tecnologia em Construções Ltda. (Tecom).

    Segundo o assessor do São Raimundo, João Paulo Oliveira, dentro de 15 dias o campo da Colina será entregue para que as obras da Copa sejam iniciadas. “Nós iremos utilizar apenas o campo para fazer treinos e para isso será feito um corredor que ofereça segurança aos jogadores” disse.

    Quando perguntado se as obras não vão atrapalhar os treinos da equipe, Oliveira foi categórico em afirmar que não. “As obras irão se iniciar nas arquibancadas e nas salas da diretoria, ficando o gramado por último. Até lá já terá acabado o campeonato amazonense”.

    Colina ‘acabada’

    O estádio está com as suas arquibancadas destruídas, iluminação precária e o gramado danificado e, por conta de todos esses problemas, parte do estádio está interditada desde 2002.

    Atualmente, somente a arquibancada coberta está liberada para receber os torcedores. Todas as irregularidades devem ser sanadas a fim de tornar o estádio da Colina um dos Campos Oficiais de Treinamentos (COTs) da Copa do Mundo de 2014, juntamente com o estádio da Minivila e um outro que ainda está sem local definido.

    O valor total da obra é de R$ 16 milhões e a reforma seguirá todas as exigências da Federação Internacional de Futebol (Fifa), com capacidade para receber 10 mil pessoas, 200 vagas de estacionamento e acessos exclusivos para jogadores, imprensa e público. Todos os recursos para a reforma do estádio do São Raimundo serão liberados via Ministério dos Esportes pela Caixa Econômica Federal, que analisou o projeto.