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    Comissão da Aleam abre prazo para Joana Darc provar acusação

    Parlamentares disseram que as providências com relação ao caso ganham celeridade na Casa

    Escrito por Em Tempo* no dia 18 de junho de 2021 - 21:02

     

    Parlamentares disseram que as providências com relação ao caso ganham celeridade na Casa
    Parlamentares disseram que as providências com relação ao caso ganham celeridade na Casa | Foto: Divulgação

    Comissão de Ética da Aleam  abre prazo para Joana Darc provar propina de 200 mil a deputados 

    Relator do processo de cassação do mandato da  deputada Joana Darc (PL) na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), o deputado Dermilson Chagas (Podemos) informou à coluna que as providências com relação ao caso ganham celeridade na Casa.

    Na quinta-feira (17) o relator encaminhou memorando ao presidente da Comissão de Ética, deputado Sinésio Campos (PT) solicitando a abertura de prazo para que a parlamentar prove ou não suas acusações sobre um suposto esquema de propina do deputado Roberto Cidade (PV) para comprar votos dos parlamentares estaduais em dezembro passado.

    Segundo Dermilson, o rito do processo determina o prazo de 15 dias para que Joana encaminhe provas materiais (vídeos ou fotos) sobre qualquer deputado recebendo a propina de R$ 200 mil para votar a favor de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que alterou as regras para a eleição da Mesa Diretora da Aleam em dezembro de 2020.

    “Processo vai andar”

    De acordo com Dermilson, o processo envolvendo Joana estava parado em respeito ao período de licença-maternidade da parlamentar. “Mas agora que ela voltou às suas atividades normais, o processo vai andar”, assegura o relator.

    A ação que deflagrou o processo de cassação contra Joana e que chegou ao Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), foi assinada por 12 parlamentares atingidos pelas denúncias feitas por ela da tribuna da Aleam.

    Assinaram a ação os deputados Delegado Péricles (PSL), Dermilson Chagas (Podemos), Wilker Barreto (Podemos), Fausto Jr. (MDB), João Luiz (Republicanos), Therezinha Ruiz (PSDB), Felipe Souza (Patriota), Roberto Cidade (PV), Sinésio Campos (PT), Adjuto Afonso (PDT), Mayara Pinheiro (PP), Carlinhos Bessa (PV) e Álvaro Campelo (PP).

    Revolução no Baixo Amazonas

    Maior operadora privada de gás natural do Brasil, explorando dez campos nos estados do Amazonas e Maranhão, a empresa Eneva firmou, recentemente, importante acordo com a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) visando a execução de projetos socioambientais de largas dimensões envolvendo, sobretudo, agricultores dos municípios de Silves e Itapiranga, no Baixo Amazonas.

    Segundo a cúpula da empresa, os projetos serão tocados com o emprego de alta tecnologia para o desenvolvimento sustentável de sistemas agroflorestais de produção no Amazonas, incluindo a capacitação dos agricultores para o cultivo de mudas nativas e para o uso de técnicas de manejo de culturas agrícolas

    Os projetos garantirão o reflorestamento de uma área equivalente a oito campos de futebol. Conforme o gerente-geral de Licenciamento Ambiental da Eneva, Gerson Scheufler, os projetos seguem a tendência do mundo pós-pandemia, que é o de valorizar cada vez mais atividades econômicas sempre atreladas a regras ambientalmente corretas, sem agressões à natureza.

    Já engajada em iniciativas sociais no Baixo Amazonas, a Eneva diz que a sua parceria com a Embrapa objetiva a realização de uma revolução limpa em Silves e Itapiranga, que haverá de ter repercussão positiva em todo o Amazonas. Dirigentes da Embrapa pensam da mesma forma, vislumbrando a realidade de um breve futuro de pleno incremento de grandes projetos econômicos no Estado a partir da união entre homem e natureza.

    Aposta no babaçu

    Maior fonte de renda de mais de 400 mil mulheres nos Estados do Pará, Maranhão, Tocantins e Piauí, o babaçu é mais uma bandeira de luta fo deputado  Sinésio Campos.

    Presidente da Comissão de Geodiversidade da Assembleia Legislativa (Aleam), ele aposta no potencial da cultura extrativista no Amazonas e move gestões junto ao Governo do Estado para que abrace a bandeira que poderá rapidamente se transformar em grande opção de empregos para a força de trabalho feminina.

    300 mil empregos 

    No Maranhão, o babaçu é a terceira maior força produtiva atrás da pecuária e da agricultura. Segundo Sinésio, a cultura poderá ser muito mais fortalecida no Amazonas devido ao imenso potencial natural do Estado.

    O beneficiamento dos frutos da palmeira emprega 300 mil mulheres no Maranhão.

    Barreirinha no foco

    Segundo Sinésio, a comunidade de São João do Massauari, no município de Barreirinha, baixo Amazonas, abrange uma das maiores áreas de babaçu do Estado. Lá, ele realizou, recentemente, uma audiência pública para debater a implementação do manejo da cultura no Estado.

    Na Aleam, o deputado criou uma Comissão Especial para tratar da questão como uma das pautas prioritárias do Parlamento Estadual. 

    Alternativa econômica

    Para o vice-prefeito de Barreirinha, Ridson Barbosa (PP), e para o presidente comunitário de São João do Massauari, Homero Júnior, o babaçu tem tudo para deslanchar como força econômica no Baixo Amazonas.

    Segundo eles, o produto é altamente rentável. “Ele não agride o meio ambiente, um cacho pode dar mais de quatro mil frutos, ou seja, isso é a garantia de sustentabilidade para centenas de famílias em Barreirinha”, disse Barbosa.

    Força no mercado

    Conforme especialistas, o babaçu é hoje uma das forças do mercado de fitoterápicos. O pó, rico em fibras, é indicado para tratamento de prisão de ventre, colite e obesidade.

    Além disso, possui propriedades anti-inflamatórias e analgésicas, o que o torna também indicado no tratamento de artrite reumatoide, prostatite, úlceras, reumatismo, cansaço físico e mental, esgotamento, tumores e inflamações no útero e ovário e menstruação irregular.

    Auxílio Fardamento 

    O deputado Cabo Maciel (PL) formulou apelo ao governador Wilson Lima (PSC) em favor do pagamento do Auxílio Fardamento dos policiais e bombeiros militares, no valor de R$ 2.999, o equivalente ao soldo dos soldados PMs.

    O apelo foi feito de forma presencial em recente audiência do parlamentar com o governador, quando Maciel expôs a questão e intercedeu pelo auxílio que anualmente é pago a cada militar para custeio dos gastos com uniformes para o trabalho operacional e administrativo.

    Ação humanitária

    O Governo do Amazonas continua a ação humanitária de atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade. 

    De acordo com a SEAS, foram entregues 900 cartões do Auxílio Estadual Enchente no distrito do Cacau Pirêra, em Iranduba. São mais de R$ 2 milhões de investimento na economia e no social do município somente com o programa.

    Contas de luz 

    Emenda do senador Eduardo Braga (MDB-AM) à Medida Provisória que privatizou a Eletrobras garantirá a redução de eventuais reajustes das contas de luz, com o fortalecimento da Conta de Desenvolvimento Energético, um fundo setorial usado para reduzir as tarifas de energia. 

    Reza a emenda que despesas obrigatórias, como as direcionadas à revitalização de recursos hídricos e ao desenvolvimento da Amazônia Legal, serão bancadas apenas pelo Tesouro Nacional, que ficará com 50% dos valores da outorga da Eletrobras.

    A mudança preserva o volume de 50% dos recursos destinados à  Conta de Desenvolvimento Energético. 

    10 bi para a  redução

    Braga garante que, com sua emenda, R$ 10 bilhões serão destinados à redução das tarifas de energia elétrica, “alocando no consumidor uma maior parcela da renda hidráulica”.

    O líder do MDB também propôs um prazo mais longo para a mudança do atual regime de cotas para o regime de comercialização livre de energia. 

    O prazo mínimo seria de cinco anos e não de três anos, como previa inicialmente a medida provisória. 

    Operação “Rio Amazonas”

    A Operação “Rio Amazonas”, da Polícia Civil do Amazonas e dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Pará, prenderam ontem Wuellington Cardoso dos Santos, o “Mano Kaio”.

    O delinquente é um dos líderes da facção criminosa Comando Vemelho, de quem partiu a ordem para os atos de vandalismo que aterrorizaram Manaus no último dia 14.

    “Mano Kaio” é um dos cérebros de um esquema de lavagem de dinheiro da ordem de R$ 126 milhões realizada em um ano e meio pelo CV.

    Indígenas protestam

    “Não estamos pedindo favores, estamos lutando pelo nosso direito constitucional”. Com esse grito de guerra um grupo de indígenas protestou ontem no parlatório da Assembleia Legislativa contra o Projeto de Lei 490/07 que tramita no Congresso Nacional.

    O projeto transfere da Fundação Nacional do Índio (Funai) para o Congresso a prerrogativa de legislar sobre a demarcação das terras indígenas no país.

    Mais um vice aparece

    Conforme o jornal O Estadão, o presidente do Flamengo e empresário do setor do petróleo, Luiz Rodolfo Landim, é mais um pré-candidato a vice do presidente Jair Bolsonaro com vistas às eleições de 2022.

    Landim conta com a simpatia de empresários amigos do presidente que também não descartam o ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas.

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