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    Notas de Contexto


    Marcos Rotta cai atirando no prefeito Arthur Neto?

    Durante seu programa de TV Rotta criticou o posicionamento contrário de Arthur ao decreto do governo federal

    Rotta parece ser a favor do Decreto de Armas | Foto: Malika

    O vice-prefeito de Manaus, Marcos Rotta (sem partido), aquele que deixou a prefeitura para ser secretário de Estado na gestão de Amazonino Mendes (PDT) e depois, como filho pródigo, retornou à casa paterna, ainda não digeriu direito que sua relação política com o prefeito Arthur Virgílio azedou de vez após tamanha ingratidão.

    Durante seu programa de TV ontem (15), Rotta criticou o posicionamento contrário de Arthur ao decreto do governo federal que flexibiliza o porte de arma ao cidadão.

    Pelos argumentos, Rotta parece ser a favor do Decreto de Armas, até aqui o maior projeto do presidente Bolsonaro.

    A favor do trabuco

    O antigo aliado de Arthur disse que não acha certo algumas pessoas que têm segurança armada 24h por dia, policiais civis e militares à sua disposição.

    — Pessoas que moram em condomínio fechado, como é o caso do prefeito Arthur Virgílio, ser contra o decreto do presidente Bolsonaro.

    Factoide para encobrir

    O vice-prefeito disse que falar de decreto de desarmamento assim é muito fácil.

    — Aliás, eu diria mais. Eu diria que é um factoide para encobrir outros tipos de problemas que estão acontecendo na cidade de Manaus –, cutucou.

    Carta fora do baralho

    A atitude de Rotta é muito clara.

    O ex-tucano já entendeu que não será o candidato de Virgílio nas eleições municipais do ano que vem. E por isso está saindo atirando.

    Talvez, em sua estratégia, acredite que terá ganhos políticos batendo em Arthur.

    Só no trololó

    O senador Eduardo Braga criticou, durante reunião da Comissão de Constituição de Justiça (CCJ), o governo federal, que, segundo ele, vive de retórica e pouca ação efetiva.

    — Estamos vendo que o discurso do mais Brasil, menos Brasília não passa de mera retórica do governo –, afirmou.

    Cadê a grana?

    Eduardo Braga citou as dificuldades financeiras de estados e municípios, a greve dos professores do Amazonas e a paralisação dos cirurgiões do principal pronto-socorro de Manaus.

    — Nesse momento de crise, é preciso que o mais Brasil, menos Brasília seja de fato um ato de governo, o que não vem ocorrendo.

    Tesourada na UFAM

    A Universidade federal do Amazonas (UFAM) informa que o corte de recursos do governo federal terá impacto de R$ 38 milhões em seu orçamento.

    Isso deve afetar diretamente as despesas de custeio e investimentos previstos para o segundo semestre de 2019.

    Solidariedade à Academia

    Ontem, da tribuna da Assembleia Legislativa, o líder do PSB, Serafim Corrêa, manifestou sua solidariedade à Academia.

    — Exatamente por isso eu manifesto, aqui da tribuna, a minha solidariedade aos professores da Ufam, do Ifam, aos cientistas do INPA, que vivem esse drama do corte de recursos federais, que praticamente inviabilizam o funcionamento dessas instituições –, disse o deputado.

    Fogo amigo

    Do deputado Marcelo Ramos (PR-AM), que conduz os trabalhos da Comissão Especial e debate a reforma da Previdência:

    — Os debates da reforma vão sendo contaminados por crises criadas pelo próprio governo!.

    Inimigo meu

    Com a frase, o amazonense voltou a criticar a falta de comprometimento do presidente Jair Bolsonaro com as mudanças nas regras de aposentadoria, pauta prioritária da equipe econômica.

    — Hoje, o maior inimigo da reforma é o próprio governo –, reforçou.

    Jogo de tabuleiro

    Na avaliação de Ramos, a atuação do presidente pode ser comparada a um jogo de tabuleiro:

    — Às vezes, quando joga os dados, tira seis. O problema é que, quando isso acontece, o comando é que volte sete casas –, explicou.

    Barco da esperança

    “Menina dos olhos” do lendário presidente da FIEAM, João de Mendonça Furtado, o Barco Escola Samaúma – que leva formação profissional aos mais distantes rincões do Amazonas – foi homenageado ontem na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

    40 anos navegando

    O programa do SENAI completou 40 anos em fevereiro de 2019 e totaliza 60 mil pessoas atendidas nos municípios da Região Norte do país.

    O Samaúma foi inaugurado em 17 de fevereiro de 1979.

    Mudando vidas

    O atual presidente da FIEAM, Antônio Silva, recebeu as honras do parlamento e agradeceu a homenagem realizada por iniciativa do deputado Adjuto Afonso.

    — A Federação das Indústrias, por meio do Senai, tem o privilégio de contribuir há 40 anos para a disseminação da educação profissional e transformação da vida de milhares de brasileiros que moram nos locais mais distantes da Amazônia –, disse o presidente da FIEAM.

    Prêmio Estácio

    Jornalistas de jornais impressos, rádio, TV e internet têm até o dia 8 de julho para inscrever matérias sobre educação superior, que tenha sido produzida entre 8 de julho de 2018 e 6 de julho de 2019.

    A premiação distribuirá ao todo um total de R$ 125 mil entre as melhores reportagens.

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