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    CONTEXTO: Coari vive clima de guerra, nova etapa e mais

    Confira a coluna Contexto desta quinta-feira (2)

    Escrito por Em Tempo* no dia 02 de dezembro de 2021 - 19:24

     

    | Foto: Divulgação

    Coari vive clima de guerra na reta final da eleição tampão de domingo

    A juíza Mônica Cristina Raposo, da 37ª Zona Eleitoral, está tendo trabalho para conter os ânimos mais do que acirrados na reta final da campanha que vai definir o prefeito tampão de Coari até 2024.

    Os grupos de cabos eleitorais a serviço dos candidatos Robson Tiradentes (PSC) e Keitton Pinheiro (PP) disputam os eleitores como se a caça de votos fosse um verdadeiro “vale tudo”, obrigando Mônica e seu exército de fiscais eleitorais a redobrar esforços para coibir excessos.

    No calor do embate, e para evitar desrespeito à legislação eleitoral, o Ministério Público Eleitoral do Amazonas ajuizou, na quarta-feira (1), ação na Justiça Eleitoral para proibir a Prefeitura de Coari de pagar o abono do Fundeb a professores da rede pública municipal antes da eleição de domingo.

    80 milhões

    Falta só a autorização do Senado para o Governo do Amazonas concretizar o empréstimo de 80  milhões de dólares, junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), para tocar em frente o Programa Social e Ambiental de Manaus e Interior (Prosamin+). 

    O valor global do projeto é de 114 milhões de dólares, com contrapartida de 34 milhões do Estado. 

    Nova etapa

    Segundo o coordenador executivo da Unidade Gestora de Projetos (UGPE), Marcellus Campêlo, a nova etapa do programa abrangerá uma área de 340 mil m², entre as zonas Sul e Leste de Manaus, que se estende desde a Manaus 2000, no Japiim, até a comunidade da Sharp, no bairro Armando Mendes.

    As intervenções incluem obras de infraestrutura, saneamento básico, urbanismo, habitação e recuperação ambiental.

    Garimpos criminosos

    Em artigo na Folha de S. Paulo, o ex-prefeito de Manaus, Arthur Neto, condenou a atividade garimpeira “criminosa” no Rio Madeira que, conforme ele, destrói a fauna aquática do rio e ameaça seriamente o meio ambiente da região.

    “Outros delitos se agregam ao garimpo ilegal: lavagem de dinheiro e sonegação, grilagem de terras indígenas, cumplicidade com desmatadores e início de construção de uma nova Serra Pelada”, aponta o diplomata.

    Desafio

    De acordo com Arthur, o garimpo ilegal “é um desafio claro ao Governo Federal ou de demasiada confiança no que pode ser a cumplicidade de dois setores: um, institucional; o outro, marginal. Se o primeiro primasse pela seriedade e pela autoridade justa, o desmonte desse acinte já teria ocorrido "manu militari". 

    “Se o garimpo avança tanto é porque não teme o poder formal e porque conta com a cobertura do tráfico de drogas, que controla boa parte do Amazonas”, dispara o líder tucano.

    Proibidos 

    Liberados pela Justiça Federal do Amazonas, três garimpeiros presos pelo Ibama por extrair ouro ilegalmente em área do Rio Madeira, entre Borba e Nova Olinda do Norte, foram proibidos de voltar às atividades espúrias.

    Ao serem presos no último final de semana, eles portavam ouro, mercúrio e razoável quantia em dinheiro.

    Audiências

    Nos dias 7 e 8 de dezembro, os prefeitos Dedei Lobo (Humaitá), Simão Peixoto (Borba), Jocione Souza (Novo Aripuanã) e o prefeito de Manicoré, Lúcio Flávio, realizarão audiências públicas em seus municípios para debater a legalização dos garimpos no Vale do Rio Madeira.

    Os deputados Alberto Neto, Silas Câmara, Sidney Leite e Zé Ricardo, bem como os senadores Omar Aziz, Plínio Valério e Eduardo Braga foram convidados para o evento.

    Vestibular da UEA

    Iniciadas na quarta-feira (1º), as inscrições para o Vestibular e Sistema de Ingresso Seriado (SIS) 2021, da UEA, poderão ser efetuadas até o dia 29 de dezembro, exclusivamente no portal  www.uea.edu.br. 

    O período para o pagamento do boleto bancário vai até o dia 30 de dezembro.

     A divulgação da lista de candidatos beneficiados com a isenção da taxa de inscrição ocorrerá no dia 10 de dezembro. 

    Pastor deputado

    Conforme determinação do TRE-AM, o pastor Antônio Alves, suplente da deputada Nejmi Aziz (PSD), deverá ser nomeado deputado em substituição a parlamentar cuja licença para tratamento de saúde, desde o mês de agosto,  foi encerrada ontem.

    Mas, conforme fontes, ela pode renovar a licença à luz do rito regimental da Assembleia Legislativa.

    EscolegisCMM

    A Câmara Municipal de Manaus (CMM) lançou o EscolegisCMM, programa de cursos de qualificação profissional criado pelo Projeto de Resolução 021/2021, de autoria do presidente do Poder, vereador David Reis (Avante). 

    O EscolesgisCMM vai disponibilizar, gratuitamente, à população manauara, cursos de qualificação e de capacitação profissional, nas áreas de Administração, Gestão Pública e de Idiomas, por meio de plataforma de Ensino a Distância (EaD).

    Aumento real

    Após 13 anos dos 10% concedidos pelo ex-deputado Josué Neto, os servidores efetivos da Assembleia Legislativa comemoraram ontem o “aumento salarial real” de 38% concedido pelo deputado-presidente Roberto Cidade (PV). 

    O servidor que ganha atualmente R$ 3,5 passará a receber salário acima de R$ 5 mil.

    Com o Auditório Belarmino Lins lotado por mais de trezentas pessoas, Cidade anunciou também o pagamento de três tickties extras, cada um no valor de R$ 1,5,  a todos os servidores, efetivos e comissionados, da Casa, neste mês de dezembro.

    Insegurança

    Preocupado com a variante Ômicron, o deputado federal Zé Ricardo (PT) disse, em suas redes, que não há segurança sanitária para a realização das festividades de fim de ano no Estado do Amazonas.

    A cobertura vacinal no Amazonas não passa da faixa dos 49% e 50%, e em Manaus já ultrapassou os 60%. “No entanto, ainda não chegou ao patamar que os cientistas falam que daria mais segurança. Desde outubro e novembro o indicador de morte de novos casos subiu de 420 para 2 mil”, assinala o deputado. 

    Operação Ganges

    Com a ‘Operação Ganges’, deflagrada ontem, a Polícia Federal aperta o cerco, em Manaus, contra uma organização criminosa que movimentou, nos últimos três anos, R$ 50 milhões explorando o tráfico humano internacional e a migração ilegal. 

    A operação cumpriu mandados de busca e apreensão em quatro várias cidades como Boa Vista (RR), Tabatinga (AM), dois em Manaus (AM), dois em Rio Branco (AC), três em São Paulo (SP) e um em São José do Rio preto (SP).

    Os criminosos cobravam até U$S 20 mil para transportar estrangeiros do Oriente Médio ao Brasil.

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