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    ProUni já registra 184,1 mil inscritos em menos de cinco horas

    Os candidatos podem se inscrever até a próxima segunda (21) - arte: Divulgação
     
     
     
    Com as inscrições iniciadas na madrugada desta quinta-feira (17), o Programa Universidade para Todos (ProUni) registrou 184,1 mil inscritos até as 12h.
    O número de bolsas para o primeiro semestre de 2013 aumentou desde que o Ministério da Educação (MEC) divulgou o primeiro número.
    A oferta agora soma 162.329 bolsas, sendo 108.686 integrais e 53.643 parciais (cobertura de 50% da mensalidade). O número inicial apontava 144.639 bolsas.
    Segundo o MEC, a quantidade de bolsas aumentou porque mais instituições aderiram ao programa desde a divulgação do primeiro número, que era preliminar.
    O ProUni concede bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior. O estado de São Paulo é o que oferece mais bolsas, 56 mil, seguido por  Minas Gerais (17 mil bolsas) e o Paraná (12 mil).
    Os candidatos podem se inscrever no ProUni exclusivamente pela internet até as 23h59 (horário de Brasília) de segunda (21). Para participar, é preciso ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou na rede particular na condição de bolsista.
    Também é pré-requisito ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012 e alcançado pelo menos 450 pontos, além de não ter zerado a nota da redação. Até o ano passado, a exigência mínima era 400 pontos.
    A bolsa integral é concedida a estudantes com renda bruta familiar por pessoa de até 1,5 salário mínimo, e as parciais àqueles com renda familiar de até três salários mínimos por pessoa.
    A primeira divulgação dos resultados será no dia 24 deste mês e a segunda, no dia 8 de fevereiro. Quem não for pré-selecionado em nenhuma das etapas poderá entrar na lista de espera nos dias 24 e 25 de fevereiro.
    O estudante que conseguir apenas a bolsa parcial (50% da mensalidade) pode custear a outra metade por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) sem a necessidade de apresentar fiador.
    Para isso, é preciso que a instituição onde o aluno pretende se matricular tenha firmado termo de adesão ao Fies e ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc).