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    Latrocínio


    "Ele tinha sonho de ser escrivão", afirma irmão de PM morto em roubo

    Os suspeitos pelo crime foram presos e a família pede justiça pela vida do PM assassinado

     

    Família quer justiça
    Família quer justiça | Foto: Bianca Fatim

    MANAUS (AM) - O homicídio do Cabo da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), Rosenaldo Paz da Silva, de 38 anos, que aconteceu no dia 24 de abril, segue sendo investigado e esclarecido pelas equipes da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). Os suspeitos pelo crime Jeferson de Lima Menezes, 25 anos, conhecido “Playboy”, e Robson Oliveira de Araújo, 28 anos, conhecido como “Latrol”, estão presos temporariamente.

      Em coletiva na manhã desta terça-feira (10), o delegado Charles Araújo, titular da DEHS, afirmou que o crime não foi orquestrado e que a principal suspeita da morte do PM é que seja latrocínio. As imagens das câmeras de segurança registraram o momento em que os dois indivíduos chegaram, em uma motocicleta, ao frigorifico que Rosenaldo trabalhava como segurança particular e efetuaram os disparos de arma de fogo contra o policial, que foi atingido na cabeça.  

    “Pelas imagens a gente pode perceber que policial militar estava ali próximo a um frigorífico e ele foi surpreendido por esses indivíduos que possivelmente estavam tentando roubá-lo, é o que as investigações apontam. E ali, infelizmente durante esse assalto frustrado ele acabou recebendo o disparo de arma de fogo e não resistiu aos ferimentos. E a gente pode dizer sim que são eles (Jeferson e Robson) que aparecem no vídeo”, destaca Araújo.

    Jeferson foi preso em uma casa na rua Nestor Paz, no bairro Zumbi dos Palmares, por volta das 10h, de segunda-feira (09). Robson, por sua vez, estava em uma unidade prisional respondendo pelos crimes de homicídio e porte ilegal de arma de fogo.

    Família quer justiça 

     

    O PM morreu em uma tentativa de assalto com um tiro na cabeça
    O PM morreu em uma tentativa de assalto com um tiro na cabeça | Foto: Divulgação

    O irmão de Rosenaldo, Arilson Paes da Silva, de 34 anos, estava na DEHS e descreveu o sentimento de alívio que sentiu com a prisão dos suspeitos. 

    "

    Meu irmão era trabalhador e tinha vários sonhos. Ele queria se tornar escrivão, estava fazendo Direito e deixou uma esposa grávida e uma filha autista de 12 anos. Eles não sabem o mal que fizeram à nossa família, a cadeia é pouco para eles, mas agora com a prisão, estamos com uma sensação de alívio. "

    Arilson Paes da Silva, Irmão da vítima

     

    Ele ainda contou que a mãe está sofrendo muito com  a morte do filho e que no dia dos pais, visitou o tumulo onde o PM está enterrado e chorou com saudades. 

    Veja a coletiva de imprensa: 


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