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    Caso Romarinho Mec


    'Picolé' diz que errou ao andar com pessoas marcadas para morrer

    Amigo de Romarinho Mec, 'Lucas Picolé' estava nas proximidades do velório do cantor quando aconteceu o segundo ataque criminoso

     

    Lucas Picolé sobreviveu ao ataque ocorrido no velório de Romarinho Mec
    Lucas Picolé sobreviveu ao ataque ocorrido no velório de Romarinho Mec | Foto: Divulgação

    Manaus (AM) - Lucas Picolé, amigo do cantor de forró Romário de Jesus, de 27 anos, o "Romarinho Mec", também conhecido como "Bruxo", se pronunciou nas redes sociais após escapar do atentado ocorrido na frente do velório do cantor que vitimou o amigo deles, o influencer Marco Ilguinner Paiva de Menezes, 24 anos. A publicação foi removida instantes depois de publicada e o perfil dele, com mais de 100 mil seguidores, desapareceu das redes sociais. 

    "Gente eu nunca me envolvi com facção, meu erro foi andar com gente que eu não sabia que estava marcado para morrer. Mas fora isso era só amizade, eu sou do bem. Sempre ajudei e vou ajudar as comunidades carentes. Não devo nada para a polícia,  nunca usei drogas, nunca bebi, podem puxar minha fixa toda. Não sou traficante", escreveu Picolé em parte do pronunciamento. 

    O influencer também fez questão de falar sobre o ataque no qual ele sobreviveu e que vitimou Ilguinner. "O Ilguinner não devia nada e nem era envolvido em nada de errado. Infelizmente nós não sabíamos que o cantor estava marcado para morrer, não sabíamos nada disso", finalizou. 

    Veja o pronunciamento completo:

     

    Publicação nas redes sociais
    Publicação nas redes sociais | Foto: Reprodução/Instagram

     

    Publicação nas redes sociais
    Publicação nas redes sociais | Foto: Reprodução/Instagram

    O caso

    Após comemorar mais um ano de vida, o cantor de forró Romário de Jesus, de 27 anos, vocalista da Banda "Forró di Respeito", conhecido como "Bruxo", foi baleado com pelo menos oito tiros de fuzil após um ataque criminoso ocorrido na quinta-feira (9), rua Natividade, no bairro Redenção, na Zona Centro-Oeste de Manaus.

    Familiares do cantor relataram desconhecerem se ele estava sofrendo ameaças. Não sabemos dizer se ele estava sendo ameaçado. Ele nunca chegou a contar nada disso. Tudo aconteceu ao término do show dele, ele levou os amigos para casa e depois aconteceu isso. Possivelmente tenha sido perseguição, não tinha como acontecer do nada", relatou Dávila de Souza, primo da vítima.

    No velório dele, ocorrido na noite de quinta-feira (9), Lucas Picolé estava com Marco Ilguinner no momento do segundo ataque criminoso que vitimou Ilguinner. Ele chegou a transmitir o tiroteio na própria rede social antes de morrer. 

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