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    Caso Portilho


    Suspeitos de matarem policial com 13 facadas serão julgados na terça

    A vítima foi morta após ser identificada como policial militar em uma invasão na Zona Norte

     

    11 réus serão julgados
    11 réus serão julgados | Foto: Reprodução

    Manaus - 11 réus acusados do homicídio do policial militar Paulo Sérgio da Silva Portilho, ocorrido no dia 26 de maio de 2017, por volta de 23h50, na invasão do Buritizal, no bairro Nova Cidade, na Zona Norte de Manaus passarão a ser julgados nesta terça-feira (21), pela 3ª Vara do Tribunal do Júri.  A vítima foi agredida e assassinada com 13 facadas antes de ser enterrada em uma cova no local. 

    Segundo as investigações, Portilho foi visitar um terreno na área da invasão, que era dominada pelo tráfico de drogas. No local, ele foi identificado como policial militar por integrantes de uma facção criminosa que são os suspeitos do crime.

    Em função da quantidade de réus, o júri está marcado para ser realizado em três dias – 21, 22 e 23 de setembro de 2021. A Sessão de Julgamento Popular ocorrerá no plenário principal do Fórum de Justiça Ministro Henoch Reis, localizado na Avenida Jornalista Umberto Calderaro Filho (antiga rua Paraíba), bairro de São Francisco, e vai ser presidida pelo juiz Rosberg de Souza Crozara. O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE/AM), por meio da 20.ª Promotoria de Justiça vai destacar três promotores de Justiça que atuarão na acusação. 

    O MPE ofereceu denúncia contra José Cleidson Weckner Rodrigues, Renata Lima da Silva, Felipe de Souza Santos, Jeferson de Souza Farias, Alex Azevedo de Almeida, Marcos Neves Serra, Bruno Medeiros Mota, Henrique da Silva, Willian Paiva Cavalcante, Rodolfo Barroso Martins e Fábio Barbosa de Souza.  

    Um dos acusados, José Izaque Santos da Silva, morreu logo após o crime e teve extinta sua acusação. Os réus serão julgados pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, corrupção de menores e tortura. Dos 11 réus, nove estão presos provisoriamente no sistema prisional da capital. Rodolfo Barroso Martins e Renata Lima da Silva estão respondendo ao processo em liberdade. 

    *Com informações da assessoria

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