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    Caso Vitória


    Veja quem é o homem apontado como assassino do sargento Lucas Ramon

    A família tinha oferecido uma recompensa de R$ 40 mil para quem tivesse informações do paradeiro do assassino

     

    Silas Ferreira da Silva já tem passagem pela polícia por roubo, em 2018
    Silas Ferreira da Silva já tem passagem pela polícia por roubo, em 2018 | Foto: Divulgação

    Manaus (AM) - O pistoleiro suspeito de assassinar o sargento Lucas Ramon Silva Guimarães foi identificado como Silas Ferreira da Silva, de 26 anos. Ele foi preso na noite de segunda-feira (22), no bairro Colônia Antônio Aleixo, Zona Leste de Manaus.

    A prisão acontece quase há três meses do assassinato do sargento. Ele foi morto dentro da própria cafeteria no dia 1º de setembro, na avenida Ayrão, bairro Praça 14 de Janeiro, Zona Sul. 

    Testemunhas informaram que o pistoleiro chegou à cafeteria em uma motocicleta, estacionou o veículo e entrou no estabelecimento. No lugar, ele teria chegado a perguntar pela vítima e, ao identificar Lucas, efetuou tiros contra ele.

    O mandante do crime seria o dono do supermercado Vitória. Joabson Agostinho Gomes foi preso no dia 21 de setembro, durante uma operação da Polícia Civil.  A mulher dele, Jordana Azevedo, também foi presa apontada como cúmplice do assassinato. 

    O motivo seria traição e uma dívida de R$ 200 mil. Lucas Ramon teria tido um relacionamento extraconjugal com Jordana. Joabson descobriu e contratou o pistoleiro para matar o sargento. Lucas era genro do dono do hospital Santa Júlia. 

     Silas Ferreira está na sede da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), onde será realizada uma coletiva, nesta terça-feira (23), para passar mais informações sobre a prisão e as investigações. Silas Ferreira da Silva já tem passagem pela polícia por roubo, em 2018.

    Veja o momento que o assassino chega na cafeteria e mata o sargento 

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    | Autor: Divulgação
     

    Recompensa 

    No dia 12 deste mês, a família do sargento anunciou a recompensa de R$ 40 mil para quem tivesse informações do paradeiro do assassino.

    "R$ 40 mil para quem possa nos dar informações que levem ao autor do crime, o atirador. No Amazonas não existe uma legislação em que a polícia ou as autoridades possam fazer esse tipo de ação e a família, dentro da legalidade, toma essa ação", disse o advogado da  família, Iury Albuquerque.

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