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    Lázaro Barbosa


    Lázaro Barbosa está morto, confirma SSP de Goiás

    Ele foi encaminhado para um hospital da região e morreu

     

    Vídeos mostram o momento em que ele é capturado
    Vídeos mostram o momento em que ele é capturado | Foto: Reprodução

    Após mais de 20 dias de buscas por meio de uma uma força-tarefa,  o criminoso mais procurado do País, Lázaro Barbosa, está morto. A confirmação da morte de Lázaro, que aterrorizou a população goiana, foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO).

    O bandido foi morto após ter trocado tiros com a polícia nesta segunda-feira (28). De acordo com um coronel da SSP-GO, que ainda não teve o nome informado, o serial killer foi morto em confronto com a polícia do Estado, após ser encaminhado a um hospital da região, mas não teria resistido aos ferimentos.

    A captura do serial Killer foi comemorada com fogos de artificio na região de Goiás, aterrorizada pelo criminoso. O anúncio da prisão do assassino em série foi feita momentos antes, pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, em seu perfeil no Twitter. 

    Acusação

    Lázaro é suspeito de uma chacina no Incra 9, em Ceilândia. Na ocasião, foram mortos o pai Cláudio Vidal de Oliveira, 48; Gustavo Marques Vidal, 21; e Carlos Eduardo Marques Vidal, 15. A mãe, Cleonice Marques, 43, ficou desaparecida por três dias. Uma força-tarefa de moradores do Incra 9, onde aconteceu o crime, encontrou o corpo da mulher no dia 12 de junho.

      O cadáver estava em uma zona de mata, próximo a um córrego. O maníaco ainda queimou um carro e uma casa, fez famílias reféns e tem espalhado terror por onde passa.  

    Pedido de proteção

    A advogada constituída para defesa de Lázaro havia feito um pedido de proteção especial à integridade física e mental de Lázaro, em possível ato de recaptura. A solicitação protocolada na Justiça previa salvaguarda contra “qualquer forma de sensacionalismo e exposição vexatória”. Os pedidos, Defensoria Pública do DF, foram endereçados à Vara de Execuções Penais do DF (VEP-DF). Os documentos foram encaminhados para análise da juíza Leila Cury

    Na juntada de petição, a defensora pública responsável pelo caso afirma que, “considerando a enorme repercussão nacional conferida ao caso, visando salvaguardar a vida e a saúde de Lázaro, a defesa técnica solicitava ao ilustre juízo que, desde logo, fosse garantida a proteção da integridade física e psíquica do apenado”.  

    A defensora ainda pedia que, em caso de prisão, Lázaro fosse alocado “em instalações seguras, se possível, sem ter que dividir cela com outros internos do estabelecimento prisional, em caso de ser recapturado com vida”.

    A Justiça do Distrito Federal negou o pedido da Defensoria Pública para que Lázaro fosse alocado em uma cela individual, separado dos demais detentos, caso fosse preso.

    A juíza Leila Cury, da Vara de Execuções Penais (VEP) do DF, afirmou, na ocasião, que os pedidos são "deveras inoportunos," porque "dependiam da concretização de fatos futuros e incertos".

    Ainda não há informações de como a Defensoria irá proceder sobre o caso, após a morte do criminoso. 

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