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    Prisão


    Vídeo: “Pantera” é condenada por esquema de drogas e sexo com famosos

    Com tornozeleira eletrônica 'Pâmela Pantera' fazia vídeos eróticos mediante PIX para homens famosos, com alto poder aquisitivo e cargos importantes nos três poderes da República

     

    Pâmela foi alvo de operação das polícias civil do Distrito Federal e do Espírito Santo em 2020
    Pâmela foi alvo de operação das polícias civil do Distrito Federal e do Espírito Santo em 2020 | Foto: Reprodução

    A atriz de filmes pornográficos e capa de revistas sensuais Flávia Tamayo, conhecida como Pâmela Pantera, foi condenada a 8 anos de prisão após ser condenada peça central em um esquema de venda de sexo e drogas para homens famosos, com alto poder aquisitivo e cargos importantes nos três poderes da República.

    Pâmela foi alvo de operação das polícias civil do Distrito Federal e do Espírito Santo em 2020. A mulher, que estava no ES, chegou a ser presa de junho a setembro e foi transferida para a capital federal.

      Ela era monitorada por tornozeleira eletrônica e estava em prisão domiciliar.  


    A atriz foi acusada pelos crimes de tráfico de drogas e associação ao tráfico e a suspeita é que ela alimentava uma rede criminosa com garotas de programa de luxo. Os encontros incluíam a oferta de drogas. Pâmela Pantera pode recorrer da decisão da Justiça. 

    Carreira pornô continuou

    A prisão domiciliar e o uso de tornozeleira eletrônica não esfriaram as sessões de sexo negociadas pela garota de programa. Famosa no mundo pornô, a mulher aproveitou o período da pandemia provocada pela Covid-19 para diversificar seus negócios. No cardápio de novidades, está conteúdo erótico produzido virtualmente para clientes fidelizados.

     

    Diariamente, os dados são expostos
    Diariamente, os dados são expostos | Foto: Reprodução

    Quem quiser fazer uma videochamada com a ex-capa das revistas Playboy e Sexy precisa fazer uma transferência via PIX.

      Diariamente, os dados são expostos. Os valores variam de acordo com o tempo e a performance desempenhada pela Pantera.  

    Mesmo com a tornozeleira, Pâmela Pantera não deixou de fazer programas e filmar cenas de sexo para alimentar seu canal hospedado em uma plataforma digital especializada em vídeos do gênero.

    Popular na internet, a atriz pornô acumula mais de 123 milhões de acessos distribuídos por 230 vídeos. O canal conta com pouco mais de 90 mil inscritos, e novos conteúdos são postados com frequência.

    Caso de polícia

    As investigações conduzidas pela 5ª Delegacia de Polícia (Área Central) apontaram que a atriz pornô e seu bando eram especializados em realizar a venda e distribuição de entorpecentes, principalmente drogas sintéticas e cocaína, a clientes de alto poder aquisitivo do DF.

    Capa de revistas masculinas famosas, como a Playboy – edição publicada em Portugal – e a Sexy, a atriz de películas produzidas pela franquia Brasileirinhas oferecia uma espécie de cardápio sexual aos clientes mais assíduos. Os preços mais sofisticados sempre eram acompanhados de carreiras de pó.

    De acordo com a Polícia Civil, logo após ser dada voz de prisão, a mulher quis chamar a atenção de clientes do hotel, fazendo um escândalo. A corporação detalha que, aos berros, Flávia tentou tirar a própria roupa, sendo impedida pelos agentes que atuavam na apreensão.

    As investigações que embasaram a operação coordenada pela PCDF duraram dois anos. Durante a ação deflagrada em junho, policiais da 5ª DP apreenderam grande quantidade de cocaína, lança-perfume, além de arma de fogo e munições. As mulheres negociavam programas sexuais regados a pó para uma clientela seleta.

    Veja vídeo:

    Capa do Vídeo
    | Autor: SBT -Primeiro Impacto
     


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