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    Espancamento


    Vídeo: adolescente é espancada por membro de facção com madeira

    O espancador seria integrante de uma facção criminosa e acusa a jovem de ser de uma organização rival

     

    Nas imagens, há menções e gestos que remetem aos grupos criminosos da região
    Nas imagens, há menções e gestos que remetem aos grupos criminosos da região | Foto: Reprodução

    PIAUÍ (PI)- Vídeos feitos por facções criminosas durante punição de desafetos possui apenas um objetivo: dar o recado para facções rivais. 

    Nesta semana, uma menor de idade foi filmada sendo espancada por um homem com um pedaço de madeira na zona norte de Teresina, no Piauí. 

      O vídeo se espalhou pelas redes sociais e o Conselho Tutelar da região foi acionado para tentar identificar a vítima e a mãe. Nenhum registro foi feito em delegacia e a polícia não soube identificar quem são o agressor e os comparsas.  

    O espancador seria integrante de uma facção criminosa e acusa a jovem de ser de uma organização rival. De acordo com vizinhos, três homens chegaram à casa da adolescente e deram início à covardia, além de gravar a violência.

    Nas imagens, há menções e gestos que remetem aos grupos criminosos da região.

    Veja o vídeo:

    Capa do Vídeo
    | Autor: SBT - Primeiro Impacto
     


    Executam sem piedade

    Duas irmãs gêmeas, identificadas como Amanda e Amália, de 18 anos, foram executadas a tiros por membros de uma facção criminosa. O crime foi filmado e o vídeo compartilhado na internet.

    O assassinato das jovens aconteceu na cidade de Pacajus, no Ceará, e, segundo informações, teria sido uma queima de arquivo. Pois, Amanda e Amália, que eram idênticas, estariam se relacionando com traficantes da região.

    Ambas foram obrigadas a se ajoelhar, de costas, enquanto levantavam os cabelos com as mãos, expondo a nunca. Em seguida, elas são atingidas com diversos tiros.

    Duas amazonenses também foram executadas a mando de facção. Julia Renata Garcia Rafael, de 26 anos, e Claudia Cristina, de 35 anos, que desapareceram no dia 3 de junho, no feriado de Corpus Christ quando foram a uma festa clandestina na comunidade de Paraisópolis, foram encontradas mortas. 

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