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    Crime


    Mulher que matou vizinho a facadas durante assalto é presa em Manaus

    Carolina foi condenada a 20 anos de prisão, e o comparsa dela, Felipe Batista, a 22 anos e seis meses de reclusão

     A jovem é acusada no inquérito policial de participação na morte de Reginaldo de Araújo dos Santos
    A jovem é acusada no inquérito policial de participação na morte de Reginaldo de Araújo dos Santos | Foto: Divulgação/PC-AM

    Manaus - Carolina Freitas da Silva, de 24 anos, foi presa pela equipe de investigação do 26° Distrito Integrado de Polícia (DIP), em cumprimento a mandado de prisão preventiva por latrocínio (roubo seguido de morte). A jovem é acusada no inquérito policial de participação na morte de

    Reginaldo de Araújo dos Santos, de 39 anos. 

    De acordo com o delegado Bruno Fraga, titular da unidade policial, o crime aconteceu no dia 15 de novembro de 2016, na rua São Gabriel da Costa, no bairro Santa Etelvina, na Zona Norte da capital.

    Carolina e dois comparsas, sendo um deles um adolescente, alugaram uma quitinete e passaram observar a rotina de Reginaldo. 

    "No dia do crime, o trio aproveitou que Reginaldo estava sozinho no imóvel e pediu para usar a cozinha alegando que não possuía fogão. Em determinado momento, eles renderam Reginaldo. Um dos criminosos, Felipe Batista Froes, que já está preso, permaneceu no quarto vigiando a vítima enquanto o adolescente M.F.A. procurava cordas e Carolina um caminhão do serviço de frete para transportar os pertences da vítima. Ao retornarem para o local, ambos amarraram a vítima e desferiram duas facadas, levando Reginaldo sangrar até a morte", explicou o delegado Bruno Fraga. 

    Após o crime, Carolina deixou os pertences roubados da vítima na casa do adolescente, no conjunto residencial Viver Melhor. A motocicleta da vítima também foi roubada por Carolina. 

    Carolina e os comparsas são de alta periculosidade e as atitudes criminosas são inquestionáveis
    Carolina e os comparsas são de alta periculosidade e as atitudes criminosas são inquestionáveis | Foto: Divulgação/PC-AM

    A autoridade policial, ressaltou ainda, que Carolina e os comparsas são de alta periculosidade e as atitudes criminosas são inquestionáveis. "Carolina e os dois comparsas demonstram não terem a mínima condição de convívio em sociedade. Eles cometeram um crime bárbaro sem qualquer chance de defesa para a vítima", concluiu o delegado Bruno Fraga.

    A ordem judicial em nome de Carolina foi expedida no dia 25 de julho deste ano, pela juíza Suzi Irlanda Araújo Granja da Silva, da 2ª Vara Criminal.

    Carolina foi presa por volta das 16h40 de quinta-feira (29), na rua Jasmim, no beco Curimatã, bairro Santa Etelvina, na Zona Norte de Manaus. 

    A jovem estava respondendo pelo crime em liberdade desde 2017. Carolina foi condenada a 20 anos de prisão, e o comparsa dela, Felipe Batista, a 22 anos e seis meses de reclusão. 

    Carolina foi indiciada por roubo majorado, latrocínio, associação criminosa e corrupção de menores. Ela ficará à disposição da Justiça no Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF).