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    Assassinato de mulher


    Vídeo: com mãos e pés amarrados, mulher é encontrada morta em Manaus

    A mulher foi morta com três tiros. Ela foi encontrada seminua, com as mãos e pés amarrados, além de um pano enrolado no pescoço

    A mulher estava seminua
    A mulher estava seminua | Foto: Rogério Barros

    Manaus - Com os pés e mãos amarrados, Walcimara da Cruz Vasconcelos, de 23 anos, foi encontrada morta na manhã desta quinta-feira (9), nas proximidades da ponte do 7, no final da rua José Francisco, no bairro Tancredo Neves, Zona Leste de Manaus. Esse é o terceiro caso de assassinato de mulher somente esta semana na capital amazonense.

     Conforme informações da perícia, realizada pelo Departamento de Polícia Técnico-Científica do Amazonas (DPTC-AM), a mulher foi morta com três tiros, sendo dois na região da cabeça e um na mão esquerda, além disso apresentava sinais de tortura e estava seminua.

    Os tiros atingiram a região da cabeça e uma mão esquerda
    Os tiros atingiram a região da cabeça e uma mão esquerda | Foto: Rogério Barros

    Um morador do bairro, que estava a caminho do trabalho, encontrou o corpo por volta das 5h30 da manhã e acionou a Polícia Militar (PM). 

    O corpo estava com diversos sinais de tortura, que possivelmente, segundo a polícia, tenha sido praticada antes da execução. A vítima também com um pano enrolado no pescoço.

    Policiais Civis, da Delegacia Especializada em Homicídio e Sequestros (DEHS), estiveram no local para apurar informações que possam levar aos autores do assassinato.

    Local onde a jovem foi encontrada morta
    Local onde a jovem foi encontrada morta | Foto: Rogério Barros

    Bastante abalada, a mãe da vítima compareceu à sede da DEHS e informou aos policiais que, na noite de quarta-feira (8), quando foi dormir, a filha ficou na frente de casa.

    “Quando acordei de madrugada ela não estava em casa. Liguei diversas vezes e o celular estava desligado. Pela manhã mina outra filha viu as noticiais sobre o corpo tinha sido encontrado e descobrimos que se tratava da Walcimara”, disse a mulher à DEHS.

    Na saída da Delegacia de Homicídios, a mulher não quis falar com a imprensa. Chorando bastante, ela gritava: "Minha filha foi embora".

    Passagem pela polícia 

    A equipe da DEHS, responsável pela investigação, informou que Walcimara já tinha passagem pela polícia. Ela foi presa por tráfico de drogas em 2015.

    Confira mais informações do caso na reportagem da TV Em Tempo:

    Assista à reportagem | Autor: Barbara Mitoso/ Em Tempo