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    Homicídio


    Taysa foi morta com 3 tiros antes de ser jogada em igarapé de Manaus

    O corpo de Tayssa Karolaine foi encontrado próximo ao local, onde o corpo da amiga dela Sigrid Libório foi achado

    Os corpos foram encontrados nas margens do igarapé da rua Manoel Rosset, no Educandos
    Os corpos foram encontrados nas margens do igarapé da rua Manoel Rosset, no Educandos | Foto: Suyanne Lima

    Manaus - A adolescente Taysa Karolaine da Silva Azevedo, de 14 anos, foi morta antes de ser jogada no igarapé do bairro Educandos, Zona Sul de Manaus. Conforme a perícia, realizada pelo Departamento de Polícia Técnico Científica do Amazonas (DEPTC-AM), a vítima foi assassinada com três tiros. 

    O corpo de Tayssa foi encontrado na noite de quinta-feira (6), na mesma área onde foi achado o corpo da amiga dela, a adolescente Sigrid Libório de Santana, também de 14 anos.

    Sigrid, segundo a polícia,  foi morta com sete tiros em outro local e apenas jogada nas proximidades do igarapé. As duas meninas desapareceram juntas.

    Segundo o delegado Luiz Rocha, plantonista da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), os tiros atingiram a cabeça, os membros superiores e inferiores, além do tórax de Sigrid.  

    Os familiares de Tayssa contaram para a polícia que Sigrid tinha ido até a casa dela, no bairro Colônia Oliveira Machado, Zona Sul de Manaus, e que as duas desapareceram do local, por volta de 3h.

     Sigrid teria relatado à mãe da amiga que estava sendo ameaçada por integrantes de uma facção criminosa.

    Vídeo

    Na noite de quinta-feira (6) foi repercutido nas redes sociais um vídeo que mostra o momento em que as adolescentes são conduzidas por membros de uma facção para o “tribunal do crime”.

    As imagens começaram a circular nas redes sociais horas depois do encontro do corpo de Sigrid. O vídeo de 19 segundos mostra um dos suspeitos portando uma arma de fogo e apontando para as costas das vítimas. 

    Investigação

    A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) está investigado o crime. O delegado Paulo Martins, titular da especializada, disse que todas as informações estão sendo apuradas e que ainda é cedo para apontar o motivo dos assassinatos.

    Colaborou Suyanne Lima e Daniel Landazuri*