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    Julgamento


    Começa o julgamento do canoeiro acusado de jogar o filho no Rio Negro

    A sessão começou, às 9h, no plenário principal do Fórum Ministro Henoch Reis

    O canoeiro Josias de Oliveira Alves vai a Júri Popular | Foto: Arquivo EMTEMPO

    Manaus- Começou na manhã desta quarta-feira (19) o julgamento do réu Josias de Oliveira Alves, acusado de jogar o próprio filho, Pablo Pietro, de quatro meses, no Rio Negro, em agosto de 2015. 

    A sessão de julgamento popular está sendo presidida pelo juiz titular da 1.ª Vara do Tribunal do Júri, Celso Souza de Paula. A sessão iniciou às 9h, no plenário principal do Fórum Ministro Henoch Reis, bairro de São Francisco.

    Cinco testemunhas foram ouvidas, duas estavam presentes, entre elas, o taxista que levou a mãe da criança, Cleudes Maria Batista de Moraes, do município de Manacapuru, onde morava e o policial, Douglas Almeida da Cruz, quem atendeu a ocorrência no dia do fato. As outras testemunhas foram ouvidas por áudios gravados durante depoimento. 

    Na época, Cleudes afirmou à guarnição que o réu quis asfixia-la com uma corda e que a criança foi tirada do braço dela e jogado da embarcação.

    O policial militar afirmou que a mãe da criança, ao chamar a polícia, não queria ir para a delegacia. "Ela estava relutante para ir prestar depoimento. Ele só pedia para ir para Manacapuru. Dava para ver que ela estava com uma marca no pescoço, mas não parecia com enforcamento", disse.

    Trajando camisa na cor salmão e calça jeans, Josias,  a todo instante, estava com a cabeça erguida e olhava em direção ao juri.  Apresentava estar calmo e atento aos áudios dos depoimentos.

    Outras testemunhas afirmaram que Cleusa era agressiva e bateu no acusado antes do fato da criança ser jogada no Rio Negro.