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    Investigação


    PC pede prisão de Givancir por suspeita de assassinato no AM

    Familiares apontam o presidente do Sindicato dos Rodoviários Givancir de Oliveira como autor do homicídio de Bruno de Freitas Guimarães e da tentativa de homicídio da prima dele identificada como “Tchelsy”, ocorrido na tarde do último sábado (29) na comunidade São Sebastião, em Iranduba.

    Givancir é apontado como autor do crime
    Givancir é apontado como autor do crime | Foto: Divulgação

    Iranduba (AM) - O pedido de prisão temporária em nome do presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários, Givancir de Oliveira, foi apresentado à Justiça por suspeita de autoria do homicídio de Bruno de Freitas Guimarães, 24 anos, e da tentativa de homicídio da prima dele, uma mulher trans, identificada como “Tchelsy”. O crime aconteceu na tarde do último sábado (29), no quilômetro seis da comunidade São Sebastião, no município Iranduba (distante 27 quilômetros em linha reta da capital). A informação foi confirmada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).

    Conforme o titular da 31ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), delegado Geraldo Eloi, as autoridades policiais ingressaram com o pedido de prisão temporária em nome de Givancir Oliveira, pela suspeita de autoria no crime. O pedido ainda está sob a análise da Justiça.

    Emboscada

    Adriana de Freitas que é mãe de Bruno disse à imprensa que Givancir chamou  “Tchelsy” para ir até a casa dele receber um valor em dinheiro referente a serviços prestados. Ao chegarem no local, Bruno e “Tchelsy”  teriam recebido notas rasgadas por debaixo do portão da casa de Givancir.

    “Meu sobrinho disse que não queria aquele dinheiro e que ninguém aceitaria daquela forma. Ele avisou ao funcionário de Givancir que iria para a Justiça. Eles foram embora e quando chegaram no quilômetro seis, um carro bateu na traseira da motocicleta. Quando os primos cairam, Givancir, encapuzado e mais outros dois seguranças desceram do veículo”, relatou Adriana.

    A mãe de Bruno relatou que “Tchelsy” contou que Givancir desceu do carro com uma camisa no rosto e que os dois teriam travado luta corporal antes do sobrinho arrancar a camisa do rosto dele. Em seguida, Givancir teria pedido o celular da ex-funcionária para apagar todas as provas que continham contra ele. 

    A família das vítimas cobra por Justiça e a prisão de Givancir de Oliveira. Adriana ainda declarou que Givancir já teve um envolvimento amoroso com “Tchelsy”.

    O delegado Bruno Fraga, diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI) da PC-AM destacou que um Inquérito Policial (IP) foi instaurado na 31ª DIP de Iranduba para apurar as circunstâncias do fato e elucidar a autoria dos crimes. Todas linhas de investigação estão sendo analisadas.