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    Latrocínio


    Autores da morte de vigilante em Manacapuru são presos

    O crime aconteceu na madrugada de segunda-feira (6) e o vigilante morreu após reagir a um assalto

    O vigilante Sadrac Corrêa de Souza
    O vigilante Sadrac Corrêa de Souza | Foto: Divulgação

    Manacapuru - Luciano dos Santos Salis, 27, e um adolescente de 16 anos foram identificados como autores do latrocínio que teve como vítima o vigilante Sadrac Corrêa de Souza, que tinha 46 anos. A dupla foi encontrada por volta das 20h, de terça-feira (7), na Orla do Miriti, no bairro Liberdade (naquele município distante 68 quilômetros em linha reta de Manaus). 

    De acordo com Rodrigo Torres, titular da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Manacapuru, o crime aconteceu na madrugada de segunda-feira (6), por volta das 4h,  quando o vigilante estava trabalhando no posto flutuante Pontão Palmeira, no porto daquela cidade, quando os Luciano e o adolescente chegaram ao local em uma motocicleta. Luciano chamou pela vítima e anunciou o assalto. Sadrac tentou reagir e foi atingido por disparos de arma de fogo na região das costas. Ele caiu no rio e os autores empreenderam fuga do local.

    Material apreendido
    Material apreendido | Foto: Divulgação/PC-AM

    “Após chegarmos ao porto, verificamos as informações com parentes da vítima e iniciamos diligências para localizar os suspeitos. Na data mencionada, encontramos eles que confessaram o crime. Com os dois foram apreendidos uma motocicleta, um revólver de calibre 38, além de seis munições”, informou Rodrigo Torres.

    Segundo o delegado, durante as investigações foi constatado que o adolescente foi responsável pelos disparos. O pai do menor possui um flutuante próximo ao local do crime, de onde o adolescente passou a monitorar o vigilante. O corpo da vítima foi localizado pelo Corpo de Bombeiros.

    Procedimentos

    Luciano foi atuado por latrocínio e corrupção de menores, e o adolescente irá responder pelo ato infracional análogo ao crime de latrocínio. Após os procedimentos cabíveis, eles irão permanecer na unidade policial que funciona como unidade prisional.

    *Com informações da assessoria