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    Caso Miss


    Família da miss Kimberly comemora prisão de Rafael e agradece polícia

    Nas redes sociais, a família da vítima se mostrou grata pela resposta da polícia, mas, apesar do alívio, a ação não vai preencher o vazio deixado na vida daqueles que amavam Kimberly Mota

    Através dos posts os familiares receberam apoio de outros internautas
    Através dos posts os familiares receberam apoio de outros internautas | Foto: Reprodução

    Manaus - Querida pelos mais de 55 mil habitantes de Manicoré, a 332 km de distância de Manaus, a modelo Kimberly Mota, que tinha 22 anos, eleita miss do município, deixa saudades. Nesta sexta-feira (15), cinco dias depois da jovem ser morta, o principal suspeito do crime, o ex-namorado Rafael Fernandez, de 31 anos, foi preso. Nas redes sociais, a família da vítima se mostrou grata pela resposta da polícia, mas, apesar do alívio, a ação não vai preencher o vazio deixado na vida daqueles que a amavam. 

    Duas tias da modelo fizeram publicações em seus perfis no Facebook e se demostram felizes com detenção de Rafael. O suspeito foi capturado em um casebre, dentro de uma área de mata, na cidade de Pacaraima, em Roraima (RR). 

    "Obrigada meu Deus, obrigada aos policiais e à população em geral", diz o post da familiar da vítima.

     A outra também agradeceu.  "Obrigada meu Deus! Que seja feita Justiça! Deus tarda, mas não falha! Parabéns a todos os policiais que fizeram um ótimo trabalho", publicou junto com fotos do suspeito preso. 

    Publicação de uma tia da Miss Manicoré
    Publicação de uma tia da Miss Manicoré | Foto: Reprodução

    Luto

    O analista Richardson Mota, de 32 anos, o tio com quem Kimberly morava em um condomínio, localizado na avenida Constantino Nery, Zona Centro-sul da capital, relatou que está sendo muito difícil o momento de luto. 

    "Está sendo muito complicado. Ainda não consegui voltar para o apartamento. Tenho passado esses últimos dias na casa de amigos e outros parentes. Agora só esperamos por Justiça", contou o tio. 

    O funcionando público Henry Mota, 39, outro tio da "Kim", como era carinhosamente chamada pelos parentes, lamentou a forma violenta que a sobrinha foi morta. 

    "Todos da família estamos abatidos e sentidos com a morte da 'Kim'. Muito triste a forma como aconteceu. Ninguém esperava, pois ela tinha uma vida brilhante pela frente. Torcemos agora que o suspeito pague por tudo no rigor da Lei", ressalta. 

    A prisão

    Além de Rafael, a polícia prendeu dois venezuelanos, que não tiveram as identidades reveladas. Os imigrantes  estavam na invasão Morro do Quiabo, em Pacaraima, e ajudaram o suspeito a se esconder das autoridades. 

    O delegado Paulo Martins, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) viajou para Roraima e deve cuidar pessoalmente do recambiamento do suspeito, que deve chegar na capital amazonense neste sábado (16).