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    Motivação


    Polícia fala das motivações do assassinato de sargento da PM no AM

    O Manoel José Martins Lima foi morto com mais de 15 tiros

    Paulo deixando a delegacia após se apresentar com advogado
    Paulo deixando a delegacia após se apresentar com advogado | Foto: Suyanne Lima

    Manaus - Após Paulo Cristian Vieira, conhecido como “Batata”, se entregar à polícia, na tarde da última segunda-feira (15), por participar do assassinato do sargento da Polícia Militar Manoel José Martins Lima, de 54 anos, a polícia pede ajuda da população para encontrar comparsa dele no crime.

    Em coletiva, na manhã desta terça-feira (16), o delegado Paulo Martins, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), a delegada-geral Emilia Ferraz e o tenente Saumier, do Comanda de Policia Militar, deram detalhes sobre a motivação do assassinato. 

    “Um crime brutal, onde mais de 15 tiros foram efetuados, mostra a audácia desses indivíduos. Procuramos o segundo suspeito que já está com o mandado de prisão expedido”, disse Paulo Martins. 

    Segundo o delegado, o suspeito identificado como Danilo de Araújo Lima usou um revólver calibre 38 e Paulo utilizou uma pistola ponto 40 no assassinato do sargento.

    Coletiva sobre o caso
    Coletiva sobre o caso | Foto: Yasmin Feitosa

    Supostas motivações

    Segundo o delegado, há possibilidade deste assassinado ter sido motivado por uma desavença no passado. “O batata é envolvido em um homicídio ocorrido em 2014, onde o cunhado do sargento teria sido a vítima. Também estamos trabalhando nesta linha de investigação”, disse o delegado. 

    Outra hipótese seria de uma possível dívida entre o sargento e Danilo. “Temos a possibilidade de que exista um empréstimo entre eles. Estamos trabalhando com essas duas linhas de investigação, mas quem irá dizer a verdadeira motivação é Danilo”, disse Paulo Martins. 

    Segundo o delegado, o suspeito Paulo a todo momento informa que o mandante foi Danilo. Tenente Saumier pediu que ele se entregue, pois será preso de qualquer jeito. 

    “Essa operação não irá acabar enquanto o outro comparsa não se entregar ou a Polícia Militar pegar ele antes”, disse o tenente Saumier.

    O mandado de prisão em nome de Paulo também já foi solicitado à justiça.

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