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    Homicídio


    "Picolé" afirma que Romarinho Mec já estava marcado para morrer

    Há duas semanas, o "Bruxo do Forró" havia sofrido uma outra tentativa de homicídio, que foi mal-sucedida. Ainda não se sabe quais são as motivações do crime

     

    | Foto: Reprodução


    Manaus (AM) - A morte do cantor amazonense de forró, Romarinho Mec, ganha mais um capítulo. O influenciador Lucas Picolé, amigo da vítima, afirmou em entrevista a um portal local que a vítima já estava marcada para morrer. Há duas semanas, ele havia sofrido uma outra tentativa de homicídio, que foi mal-sucedida. Ainda não se sabe quais são as motivações do crime. 

    Ele afirma que soube que Romarinho Mec estava na casa de show “Forró de Nós” e foi no local que tentaram matar o cantor: “Eu cheguei a ouvir que, há umas duas semanas, tentaram pegar ele no ‘Forró de Nós’. Mas eu não tenho nada a ver com isso”. 

      O influenciador ainda afirma que sabe que o cantor fez uma música para uma facção do Rio, no entanto, não foi atrás de saber da história, já que destaca ele como um profissional. Picolé ainda relembra a última vez que viu o cantor, também conhecido como “Bruxo do forró”. Ele conta que foi em cima do palco, no dia do aniversário dele, na noite anterior ao crime.  

    “Nós estávamos em uma festa, o aniversário dele. Eu estava em cima do palco e ele chegou, desejei feliz aniversario, quando foi de manhã, ele faleceu”, relembra. 

    Medo de morrer

    Com medo de morrer, “Picolé” contou que já está em outro país e que teme pela própria vida. Ele ainda afirmou em pronunciamento no Instagram, que nunca se envolveu com facção nenhuma que não sabia que as pessoas com quem andava estavam marcadas para morrer. 

    "Gente, eu nunca me envolvi com facção. Meu erro foi andar com gente que eu não sabia que estava marcada para morrer. Mas fora isso, era só amizade. Eu sou do bem”, alegou.

      Ele disse que não deve nada a ninguém e que sempre fez questão de ajudar comunidades carentes. Além disso, ainda declarou que não era traficante e que estava à disposição para comprovar a falta de antecedentes criminais.  

    “Sempre ajudei e vou ajudar as comunidades carentes. Não devo nada para a polícia,  nunca usei drogas, nunca bebi, podem puxar minha fixa toda. Não sou traficante", escreveu Picolé em parte do pronunciamento.

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