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    Notas da Contexto


    David diz adeus à Assembleia com pacote de bondades

    Confira as Notas da Contexto da edição desta quarta-feira do Jornal Em Tempo

    Na sessão de ontem (16), Almeida anunciou o aumento de R$ 100 no vale-alimentação dos servidores efetivos e comissionados e do vale-medicamento dos servidores aposentados
    Na sessão de ontem (16), Almeida anunciou o aumento de R$ 100 no vale-alimentação dos servidores efetivos e comissionados e do vale-medicamento dos servidores aposentados | Foto: Lion

    Derrotado nas urnas e sem mandato a partir de 2019, o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado David Almeida (PSB), deixará o comando do poder “mimando” os servidores.

    Na sessão de ontem (16), Almeida anunciou o aumento de R$ 100 no vale-alimentação dos servidores efetivos e comissionados e do vale-medicamento dos servidores aposentados. David assegurou, ainda, que o pagamento da data-base referente ao ano de 2017 será pago em parcela única no mês novembro, assim como a primeira parcela do 13° salário.

    — Temos recursos em caixa e estamos muito felizes em poder dar essas boas novas aos nossos servidores -, disse.

    Nada mais justo

    Por falar em presidência da Aleam, comenta-se nos corredores da Casa Legislativa que, caso a vitória de Wilson Lima (PSC) para o Governo do Amazonas seja confirmada nas urnas, o próximo presidente da Assembleia deve ser Serafim Corrêa (PSB).

    Faz sentido

    A conjectura faz sentido.

    Isso porque o PSB, partido do qual é presidente de honra, entrou de cabeça na campanha do candidato do PSC.

    Climão

    A decisão do diretório do PSB de apoiar Wilson causou, inclusive, um mal-estar dentro do partido.

    David Almeida, que foi candidato a governador, voltou a afirmar que não apoiará nenhum dos candidatos que passaram para o segundo turno.

    Pé de ouvido

    O que ninguém explica é o que seu irmão estava fazendo com o candidato Amazonino Mendes na foto que circulou nas redes.

    Três homens...

    Uma cena chamou a atenção na Aleam ontem.

    Antes do início dos debates do pequeno expediente, conversavam sentados lado a lado, na mesa diretora ao lado do presidente, Vicente Lopes (PV), Sabá Reis (PR) e Luiz Castro (Rede).

    ...e um destino!

    Os três parlamentares foram derrotados nas urnas e não darão mais expediente na Assembleia a partir do ano que vem.

    Verbo odiar

    Ao dizer que não existe mais lugar para tanto ódio nas relações políticas, o prefeito Arthur Virgílio (PSDB) deu uma cutucada no governador Amazonino Mendes.

    — Espero que acabe com esse tipo de ódio, porque o verbo odiar é transitivo.

    Verbo intransitivo

    Mas, para o Amazonino, o verbo é intransitivo, porque ele odeia todo mundo.

    — Odeia a mim, vai odiar a população que o elegeu. Não tenho pena não, porque ele não sabe viver sem os bajuladores do lado.

    Família e amigos

    Arthur disse que pensa diferente e não vê a hora de largar tudo para se dedicar à família.

    — Estou ansiando com o momento em que vou largar o governo e ficar recolhido com a minha família, meus amigos

    Defesa do defensor

    O deputado Luiz Castro (Rede) saiu em defesa do defensor público Carlos Almeida, que vem sendo alvo de notícias falsas nas mídias sociais.

    Castro destacou a “conduta responsável” do defensor na sua atuação comprometida com as causas coletivas da população amazonense.

    Prática condenável

    O deputado da Rede disse que é preciso combater as mentiras absurdas que têm o único objetivo de denegrir a imagem e atingir a honra das pessoas.

    — É uma prática condenável de quem não respeita o jogo democrático –, disparou Luiz Castro.

    Ku Klux Klan é Bolsonaro

    David Duke, ex-líder do Ku Klux Klan e rosto mais visível da organização supremacista branca nos Estados Unidos, disse que Jair Bolsonaro, candidato de extrema-direita à presidência do Brasil, é um deles.

    — Ele soa como nós –, disse o norte-americano.

    Ariano

    O líder da KKK disse que Bolsonaro é um candidato muito forte e um nacionalista, além disso “é totalmente um descendente europeu”.

    — Ele parece-se com qualquer homem branco nos Estados Unidos, em Portugal, na Espanha, na França ou na Alemanha –, afirmou Duke no seu programa de rádio na BBC.

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