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    Notas da Contexto


    Manaus solidária: população se une após dificuldades em incêndio

    Rede de solidariedade em Manaus é comovente

    Onda de solidariedade
    Onda de solidariedade | Foto: Lion

    Tem sido comovente a onda de solidariedade que se alastrou em Manaus após o incêndio que consumiu mais de 600 casas na noite de segunda-feira (17), no bairro de Educandos, deixando mais de 500 famílias desabrigadas.

    O grupo Bemol, que já é um patrimônio querido e respeitado pelo povo do Amazonas, conquistou para sempre o coração da população, ao dar provas de que nem só de lucro vive uma empresa comercial: doou todo seus estoques de colchões e mandou quatro caminhões-baú à rede atacadista Assaí comprar alimentos e mantimentos para os moradores que perderam tudo no incêndio.

    Temer solidário

    Quem também aderiu à onda de solidariedade foi o presidente Michel Temer, que se manifestou, na manhã desta terça-feira (18), sobre o incêndio pelo Twitter.

    Temer se solidarizou com as vítimas e colocou o governo federal à disposição para ajudar.

    Alô, prefeito!

    Ao se manifestar sobre o assunto, Temer disse ter entrado em contato com o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB), para oferecer a ajuda do governo.

    Ajuda bem-vinda

    Assim que soube das proporções alarmantes do incêndio, Arthur Virgílio correu para o local do sinistro para acompanhar os trabalhos de combate ao fogo e se solidarizar com os moradores e disse que a ajuda do governo federal será bem-vinda.

    Calamidade pública

    Em seguia, nas primeiras horas da madrugada, o prefeito anunciou que assinaria decreto de calamidade pública.

    Babita

    Arthur acredita que recursos federais serão fundamentais para ajudar as famílias que perderam suas casas e seus pertences.

    Força da OAB

    A Ordem dos advogados do Brasil (OAB) no Amazonas também se mobilizou para coletar alimentos, materiais de higiene, limpeza e roupas íntimas.

    Curumim vai à luta

    Até o personagem infantil Curumim, de quadrinhos, se juntou à rede de solidariedade, publicando a relação dos postos onde podem ser entregues as doações para os desabrigados.

    Dívida anistiada

    O Governo do Amazonas encaminhou à Assembleia Legislativa do Estado (Aleam), para votação em caráter de urgência, Projeto de Lei para anistiar clientes da Afeam que estão entre as vítimas do incêndio no bairro Educandos.

    O valor estimado da anistia é de R$ 1,5 milhão, em cerca de 300 operações de microcrédito.

    Alfinetando o homem

    Ex-aliado de Amazonino Mendes (PDT), o deputado estadual Sidney Leite (PSD) cobrou uma postura altruísta do governo do Estado com as famílias atingidas pelo incêndio no bairro do Educandos.

    — Espero que, se o governador encontrar algum paraense no local, não trate mal o cidadão –, afirmou.

    “Então, morra!”

    A afirmação foi uma cutucada no governador, que em 2011, diante de um deslizamento de terra na Comunidade Santa Marta, na Zona Norte de Manaus, discutiu com uma moradora que insistia em permanecer no local: “Então morra, minha filha, morra!

    Depois, Amazonino perguntou:

    —De onde você é?. A mulher disse que era do Pará, e o então prefeito concluiu:

    — Está explicado!”.

    Independência

    O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), deputado David Almeida (PSB), fez, ontem (18), uma breve avaliação do ano legislativo.

    E concluiu que o maior legado de sua administração é a independência.

    — Só assim é possível garantir as conquistadas aprovadas em Plenário –, disse o parlamentar.

    Dito e feito

    Para comprovar que a afirmativa do presidente é correta, a sessão de ontem da Aleam derrubou seis vetos do governo, aprovou três Propostas de Emenda Constitucional (PEC), 10 Projetos de Lei (PL) dos deputados e dois Projetos de Decreto Legislativo (PDL) oriundos da Comissão Especial.

    — Só assim é possível garantir as conquistadas aprovadas em Plenário –, disse o parlamentar.

    Concurso no TCE

    Em almoço com os jornalistas ontem (18), a presidente do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), conselheira Yara Lins, afirmou que o órgão estuda realização de um concurso público em 2019

    Muitos aposentados

    Segundo Yara Lins, neste ano mais de 200 servidores do TCE solicitaram a aposentadoria, o que abre vagas para novas contratações.

    Limpa processo

    Ainda segundo a conselheira Yara Lins, o órgão tem trabalhado para zerar os processos antigos e que atualmente o TCE já está julgando os do ano de 2012.

    — Nossa meta é chegarmos em 2020 tendo julgado os processos de 2016 –, afirmou.

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