Novo ato


Antifascistas de Manaus fazem nova manifestação neste sábado (13)

Atos em defesa da democracia desta vez se concentram no Centro de Manaus

Manifestação ocorre na Praça da Saudade, Zona Sul de Manaus | Foto: Lucas Silva

Manaus – O movimento “Amazonas pela democracia” mais uma vez convoca atos em defesa da democracia. Na tarde deste sábado (13), os manifestantes compostos em sua maioria por estudantes secundaristas, universitários, torcidas antifascistas se reúnem na Praça da Saudade, no Centro Histórico de Manaus, Zona Sul.

Os organizadores do evento, convocaram ao longo da semana nas redes sociais, diversos coletivos e demais simpatizantes da causa, estimando a presença de pelo menos 2 mil manifestantes. Desta vez, é unificado pelos movimentos Amazonas Pela Democracia (AMPD), Torcidas Amazonenses Antifascistas Pela Democracia (TAAFPD), Professores e Professoras Antifascista e outros grupos em defesa dos povos de terreiro, pretos e indígenas.

Segundo os organizadores, a manifestação se dará contra a “política genocida do governo Bolsonaro, que inclui a retirada de direitos trabalhistas, desmonte da educação e saúde pública, desamparo da população preta e indígena e inúmeros atentados contra a democracia por parte de Bolsonaro e seus aliados”, afirma a AMPD.

De acordo com um dos organizadores do ato, Matheus Castro, o protesto faz parte de uma série de protestos pró-democracia e contra o presidente Bolsonaro. “O objetivo é que o ato ocorra de forma pacífica, obedecendo distanciamento social entre os participantes e que assim, possa transmitir uma mensagem para a Câmara dos Deputados Federais e Senado: o povo quer o impeachment de Bolsonaro”, declara Castro.

Ele completa afirmando que o intuito do ato é dizer “não à intolerância, ao nazismo, ao fascismo e aos atos antidemocráticos que estão sendo implantados e naturalizados no país. Estamos lutando contra o movimento fascista, que está se organizando no país, que demonstra extrema renúncia e desrespeito aos negros, indígenas, quilombolas, a comunidade LGBT e aos jornalistas que são constantemente atacados e ao próprio judiciário”, explicou.