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    PAVIMENTAÇÃO


    ‘Fiz mais da metade’, diz Alfredo sobre a BR-319

    Segundo o candidato a prefeito, além da pavimentação nos extremos da rodovia também foram construídas 16 pontes, sendo uma delas de 1.100 metros sobre o rio Madeira

     Apesar da falta de licenciamento ambiental, Nascimento afirmou que foram asfaltados mais de 400 quilômetros da rodovia
    Apesar da falta de licenciamento ambiental, Nascimento afirmou que foram asfaltados mais de 400 quilômetros da rodovia | Foto: Divulgação

    Manaus - O candidato a prefeito de Manaus, Alfredo Nascimento (PL) explicou que quando trabalhou como ministro dos Transportes contribuiu para “mais da metade” da construção BR-319, que liga Manaus a Porto Velho. Nascimento afirmou ainda que apesar da falta de licenciamento ambiental para o trecho central foram asfaltados 477 quilômetros da rodovia nos extremos, entre as cidades saindo de Porto Velho e Humaitá e outro trecho saindo de Manaus.

     “Eu não sabia que havia um impedimento no meião da rodovia. Que até então não existia a falta de licenciamento ambiental. Aliás, é a única rodovia do país que exigiram estudo de impacto ambiental. Quando eu vi esse imbróglio no meio, e como eu era o ministro e tinha recursos, eu trabalhei os extremos da rodovia enquanto se discutia o licenciamento”, disse o candidato.

    De acordo com Alfredo, além da pavimentação nos extremos também foram construídas 16 pontes, sendo uma delas de 1.100 metros sobre o rio Madeira. “Na verdade, o que aconteceu na BR-319 é que eu trabalhei nos extremos porque eu não tinha o licenciamento ambiental. E no meio da rodovia dei trafegabilidade mesmo sem ter asfalto. Agora até existe linha de ônibus ligando a vários municípios entre Manaus a Porto Velho. Eu saí do ministério há mais de 9 anos e não fizeram o meião até hoje porque não tem licença”, destacou o candidato.

    Ele disse ainda que quando ministro, fez três estudos de impacto ambiental e que nunca concordou com a necessidade de ter licenciamento para a construção da rodovia. “Inventaram essa história da BR-319 precisar de licença para que não se fizesse a rodovia. Eu tomei todas as providências que foram necessárias e contratei três estudos de impacto ambiental. Ninguém no Amazonas fez absolutamente nada na BR-319 nos últimos 9 anos depois que eu saí do ministério. E o que tem lá, que é mais da metade, foi feito por mim. Cumpri minha obrigação”, finalizou.

    *Com informações da assessoria

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