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    Assistência Social


    Secretária da Seas exalta benefícios do Auxílio Estadual Permanente

    Ao todo, 300 mil famílias em situação de vulnerabilidade social serão beneficiadas em todo o Amazonas

     

    | Foto: Divulgação


    Amazonas - À frente da Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas) há seis meses, Alessandra Campêlo, parabenizou o trabalho do Governo do Amazonas na área social. Nesta segunda-feira (13), ela destacou o lançamento do programa Auxílio Estadual Permanente, maior programa de distribuição de renda do estado. 

    Ao todo, 300 mil famílias em situação de vulnerabilidade social serão beneficiadas em todo o Amazonas. São 158 mil beneficiários na capital e 142 mil no interior, que receberão o valor mensal de R$ 150. O início do pagamento está previsto para novembro deste ano. Isso significa o investimento de R$ 45 milhões na economia do estado. 

    "

    Esse é um momento de gratidão pela sensibilidade com que tem sido tratada a questão social do nosso estado. Por conta da pandemia e da enchente, estive em diversos municípios levando auxílios juntamente ao governador Wilson Lima e vimos de perto a situação dessas famílias. Sei da sua pressa para amenizar esse problema e fico honrada de ter participado da criação desse auxílio, que vai garantir a comida na mesa de muitos amazonenses "

    , disse.

     

    A secretária também destacou a preocupação com famílias lideradas por mulheres, além da importância do auxílio nessas casas e para a economia do estado. 

    “Maioria das famílias em situação de extrema pobreza são lideradas por mulheres que não tem um companheiro, lidam com o desemprego e vivem apenas de algum tipo de auxílio. O governador tem demonstrado extrema sensibilidade ao tratar desse tema. Esse auxílio vai minimizar a crise social causada pela pandemia, além de injetar R$ 45 milhões no comércio do Amazonas, um dinheiro que circula, gera economia, emprego e renda para os amazonenses”, explicou. 

    Critérios 

    Uma série de critérios foi definida para selecionar beneficiários do Auxílio Estadual permanente. Entre elas: responsável familiar com 18 anos de idade ou mais; famílias, preferencialmente, beneficiárias do programa Bolsa Família e que se encontram em situação de pobreza ou extrema pobreza. A renda per capita familiar deve ser de até meio salário-mínimo.

      Também terão prioridade famílias em que há pessoa com deficiência e em que o responsável familiar é idoso, além daquelas chefiadas por mulheres. A quantidade de descendentes – filhos, enteados, netos e bisnetos – também é critério para escolha dos beneficiários do auxílio.  

    A implementação do benefício é coordenada pela Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas), com apoio do Fundo de Promoção Social e Erradicação (FPS). A Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental (Aadesam) também dá suporte, juntamente com outros órgãos estaduais que deverão atuar na operacionalização para entrega dos cartões do Auxílio Estadual permanente.

    Ampliação do benefício 

    Em abril de 2020, o Governo do Estado lançou o Programa Auxílio Estadual, para dar assistência à população mais vulnerável durante a pandemia de Covid-19, auxiliando na compra de itens da cesta básica e de higiene e limpeza. Para isso, R$ 90 milhões em recursos foram destinados para beneficiar 50 mil famílias em abril de 2020 e outras 100 mil em janeiro de 2021. O Governo do Amazonas repassou para cada beneficiário R$ 600, em três parcelas.

    Por conta da maior cheia dos rios já registrada no Amazonas, neste ano 125 mil famílias receberam auxílio no valor de R$ 300 em parcela única. Os beneficiários tiveram suas casas invadidas pela água e mais de R$ 36 milhões em recursos foram destinados pelo Estado para o pagamento do benefício.

    O total de 2,7 mil profissionais da Cultura, Turismo e Esporte também foram beneficiados pelo Governo do Amazonas, por meio do Programa Auxílio Estadual, com recursos no valor de R$ 600 em três parcelas, um montante de R$ 1,6 milhão. Os setores foram fortemente impactados pela pandemia da Covid-19 e ainda enfrentarem dificuldades de recuperação.

    *Com informações da assessoria

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