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    Eleições


    "Possivelmente", diz Vanessa sobre candidatura como deputada federal

    A ex-senadora disse estar atenta às pesquisas recentemente divulgadas, onde ela figura no topo das tabelas com bons percentuais de voto para o Congresso Nacional

     

     

    Vanessa Grazziotin (PCdoB) admite tratar de possível candidatura à Câmara Federal com seu partido
    Vanessa Grazziotin (PCdoB) admite tratar de possível candidatura à Câmara Federal com seu partido | Foto: Divulgação

    Manaus (AM) - Nesta segunda-feira (27), o portal EM TEMPO conversou com Vanessa Grazziotin (PCdoB) sobre as pretensões da ex-senadora nas eleições de 2022. O futuro pleito pode marcar o retorno da catarinense à bancada do Amazonas na Câmara Federal, onde ocupou o posto de deputada entre 1999 e 2011. Em pesquisas recentemente divulgadas, ela destacou-se entre os possíveis nomes para o cargo. 

      Contando com cerca de 110 mil votos mínimos e 198 mil máximos, Grazziotin fica atrás apenas do deputado federal Zé Ricardo (PT) - que pode buscar reeleição -, e o vereador Amom Mandel (sem partido), que no momento fica 'em cima do muro' sobre possível candidatura. Segundo Vanessa, que ocupou o cargo de senadora entre 2011 e 2019, a discussão com o Partido Comunista do Brasil a respeito do tema está avançando e, por enquanto, "esse deve ser o caminho".  

    "Nós do partido estamos discutindo ainda, mas esse deve ser o caminho. Possivelmente seria isso, mas ainda não tem como dizer de forma afirmativa ou negativa, porque muita coisa pode mudar até o momento em que precisaremos fazer a definição destes objetivos", disse. 

    A ex-senadora foi a primeira mulher eleita para o cargo no PCdoB e participou de duas eleições à prefeitura de Manaus: em 2004, quando Serafim Corrêa (PSB) foi eleito e novamente em 2012, ao perder para Arthur Virgílio Neto (PSDB). Vanessa diz estar atenta às pesquisas e mostra-se contente com o retorno positivo da população. 

    "

    Estou acompanhando as pesquisas. Muitas pessoas também me mandam estas estatísticas e, para minha pessoa, fica um sentimento de gratidão muito grande em ter esse reconhecimento do povo. Sigo trabalhando em prol da população, mesmo não ocupando cargo no momento. Juntamente aos colegas de partido pretendo continuar desta maneira "

    , afirmou.

     

    Histórico no Senado

      Em 2013, foi eleita procuradora da Mulher do Senado, presidente da Comissão Mista Sobre Mudanças Climáticas e presidente da CPI da Espionagem, instalada para averiguar as denúncias de Edward Snowden sobre a NSA. Em 2014, foi membro das CPI's da Petrobras e em 2015 foi relatora da CPI do CARF, que investigou desvios do âmbito daquele órgão e recomendou o indiciamento de 28 pessoas entre servidores, empresários e banqueiros.  

    Em 2016, como senadora, durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, foi membro da Comissão Especial que julgou e deliberou o caso e votou contra o afastamento da então presidente.

    No último pleito para o Senado Federal, Vanessa não conseguiu a reeleição ficando em quinto lugar, com 11,36 % dos votos. Na ocasião foram eleitos Plínio Valério (PSDB) com 25,36% dos votos e Eduardo Braga (MDB) angariando 18,54% de aprovação. Grazziotin também ficou atrás de Alfredo Nascimento (REDE) e Luiz Castro (PR). 

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