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    Combustível


    Caminhoneiros ameaçam nova paralisação após reajuste no diesel

    Anunciado pela Petrobrás, o acréscimo de 8,89% entra em vigor nesta quarta-feira (29)

     

     

    | Foto: Divulgação

    Brasília - Diante do reajuste do preço do diesel, representantes de associações de caminhoneiros afirmaram, nesta terça-feira (28), que vão debater a possibilidade de uma nova paralisação em protesto contra o aumento do combustível.  A data da reunião está agendada para o dia 16 de outubro, no Rio de Janeiro.

      De acordo com Plínio Dias, representante do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas, “tudo indica” que haverá uma nova manifestação. “O argumento está muito forte. O pessoal quer que a gente tome uma atitude. Vamos fazer uma reunião no dia 16 agora, no Rio de Janeiro, e, se for decidida uma paralisação, vamos fazer”, afirmou à reportagem.  

    Questionado sobre o apoio da categoria ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Plínio disse que “está cada vez mais fraco”. “Muita gente já está com total desinteresse. Subindo combustível, sobe tudo, né? Aquele apoio de 90% da categoria está agora entre 20% e 30%”, opinou.

    Diesel

    A Petrobras anunciou, nesta terça-feira (28), que vai aumentar o preço do diesel revendido às distribuidoras. O valor médio de venda do combustível passará de R$ 2,81 para R$ 3,06 por litro, um reajuste médio de R$ 0,25. O novo preço, que representa acréscimo de 8,89%, entrará em vigor nesta quarta-feira (29).

    A empresa informou que, com a mudança, a parcela atribuída à estatal no preço pago pelos consumidores na bomba passará a ser de R$ 2,70 por litro, em média, o que corresponde a uma alta de R$ 0,22 em relação ao valor atual.

    Na segunda-feira (27/9), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) alertou que o preço do diesel seria reajustado. Na ocasião, o mandatário ressaltou que o combustível não registrava aumento de preço há três meses.

    O último reajuste da estatal sobre o preço do diesel ocorreu em 5 de julho deste ano. À época, o preço médio de venda do combustível passou para R$ 2,81 por litro, o que significou um reajuste médio de R$ 0,10 por litro (3,7%).

    *Com informações do Metrópoles

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