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    DISPUTA


    "Se ele voltar, tudo bem", diz Bolsonaro sobre Lula em 2022

    Presidente comentou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, nesta quinta (15), anulou as condenações de Lula, o tornando elegível

    | Foto: divulgação

    Manaus - Em live realizada na noite desta quinta (15) em seu Facebook, o presidente Jair Bolsonaro comentou a volta do ex-presidente Lula ao jogo político em 2022. A motivação é o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que ocorreu horas antes e culminou com a anulação de todos os processos de Lula na Lava Jato, o tornando elegível para cargos no poder público.

    "Não tá começando aqui uma campanha para 2022, mas pela decisão do supremo hoje, o Lula é candidato. Faça uma comparação dos ministros do Lula com os nossos ministros. [...] se o Lula voltar pelo voto direito, auditado, tudo bem", afirmou o presidente, no vídeo.

    Bolsonaro também demonstrou preocupação com a equipe do ex-presidente Lula, caso fosse eleito para ocupar o Palácio do Planalto, em 2022. 

    "Agora veja qual vai ser o futuro do Brasil com o tipo de gente que ele vai trazer para dentro da presidência. Inclusive, se o Lula for eleito, em março de 2023, três meses depois que, porventura, assumir a presidência, vai escolher mais dois ministros para o STF", disse o presidente, se referindo às vagas que irão surgir após a aposentadoria de Ricardo Lewandowski e Rosa Weber.

    Lula elegível

    Por 8 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal anulou as condenações do ex-presidente Lula na Lava Jato, nesta quinta-feira (15). A decisão é a confirmação de uma liminar que já havia sido concedida pelo ministro Luiz Edson Fachin, há cerca de um mês. Naquela ocasião, o magistrado havia extinguido os processos contra o petista por uma questão técnica.

    O Ministério Público Federal, que acusa o presidente de corrupção, levou o processo para correr na 13ª Vara Federal de Curitiba, onde Sérgio Moro era juiz, sob a defesa de que os casos do Tríplex do Guarujá, sítio de Atibaia e ações envolvendo o Instituto Lula estavam ligadas à Lava Jato.

    No entanto, o ministro Fachin considerou que o MPF não provou a ligação dos processos com a Lava Jato, o que obriga o MPF a ajuizar novas ações, desta vez no Distrito Federal.

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