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    CPI da Pandemia


    Omar Aziz define próximos passos da CPI da Pandemia

    Os senadores pretendem se debruçar sobre os impactos das notícias falsas (fake news) no agravamento da epidemia de coronavírus

     

    Juntamente com o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues, Omar está organizando as ações do colegiado que serão retomadas em agosto, logo após o fim do recesso parlamentar constitucional.
    Juntamente com o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues, Omar está organizando as ações do colegiado que serão retomadas em agosto, logo após o fim do recesso parlamentar constitucional. | Foto: Divulgação


    Brasília - Com o recesso parlamentar próximo, membros da CPI da Pandemia no Senado vêm organizando as atividades que serão  retomadas em agosto. À frente das reuniões, estão o presidente e o vice-presidente da CPI da Pandemia — os senadores Omar Aziz (PSD-AM) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), respectivamente.

    Além da criação de núcleos para o tratamento de temas, como o que vai tratar das empresas que intermedeiam a aquisição de vacinas, os senadores pretendem se debruçar sobre os impactos das notícias falsas (fake news) no agravamento da epidemia de coronavírus. 

      As informações foram transmitidas por Aziz e Randolfe por meio das redes sociais, no fim de semana. O presidente da comissão informou que o planejamento prosseguirá ao longo desta segunda-feira (19). Já Randolfe adiantou que a CPI também vai se dedicar em agosto a investigações sobre os negócios e interesses envolvendo a empresa de logística VTCLog. Os parlamentares suspeitam de contratos firmados entre ela, o Ministério da Saúde e a Precisa Medicamentos.  

    O vice-presidente detalhou ainda que está prevista para acontecer entre os dias 26 e 29 de julho uma reunião virtual entre integrantes da CPI e juristas, a fim de embasar o relatório final da comissão. O responsável pela emissão do parecer definitivo é o senador Renan Calheiros (MDB-AL). 

    "

    A CPI está no caminho certo. Estamos descobrindo quem estava e está por trás de uma gestão completamente ineficaz no Ministério da Saúde em relação, especialmente, à pandemia, que já nos custou mais de meio milhão de vidas do povo brasileiro. Não vamos parar "

    , publicou Randolfe

     

    *Com informações da Agência Senado

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