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    Saúde


    Plano de Política sobre Drogas será disponibilizado à consulta pública

    Plano terá medidas para reduzir oferta e demanda por drogas em 5 anos

     

     

    A minuta foi elaborada a partir de um diagnóstico envolvendo 60 profissionais de diversos órgãos, com análises estatísticas, indicadores de consumo de drogas, álcool, tabaco e medicamentos controlados
    A minuta foi elaborada a partir de um diagnóstico envolvendo 60 profissionais de diversos órgãos, com análises estatísticas, indicadores de consumo de drogas, álcool, tabaco e medicamentos controlados | Foto: Divulgação

    Brasília - Nesta terça-feira (3), uma minuta foi aprovada durante a 2ª Reunião Extraordinária do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad). O Plano Nacional de Políticas sobre Drogas (Planad) ficará disponível para consulta pública durante 30 dias, após publicação na plataforma edemocracia.gov.br.

    Depois da consolidação das informações e atualização do documento, uma nova versão será submetida ao Conad.

      A minuta foi elaborada a partir de um diagnóstico envolvendo 60 profissionais de diversos órgãos, com análises estatísticas, indicadores de consumo de drogas, álcool, tabaco e medicamentos controlados. O plano direcionará políticas públicas na área de redução da demanda e da oferta de drogas no país nos próximos cinco anos.  

    Alerta sobre novas drogas

    Durante a reunião do conselho, foi aprovada também resolução que cria o Subsistema de Alerta Rápido Sobre Drogas (SAR) no Brasil. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o novo mecanismo permite identificar o surgimento de novas substâncias psicoativas.

      Segundo a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do ministério, o sistema ajudará policiais a identificarem novas drogas; os peritos terão maior facilidade para confirmar a composição química das substâncias apreendidas e os profissionais de saúde poderão identificar sintomas de um paciente.  

    “O Governo Federal vai enviar para todas as polícias, agentes de fiscalização, peritos criminais e profissionais de saúde integrantes do subsistema boletins e informes voltados para as necessidades de cada um desses público-alvo”, explicou a secretaria.

    *Com informações da Agência Brasil

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