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    Prisão preventiva


    Ministério Público do Rio pede prisão da ex-deputada Flordelis

    Cassa pelo plenário da Câmara na última quarta-feira (11), a ex-deputada é acusada de ser a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, em junho de 2019.

     

    Flordelis é ré por homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio, uso de documento falso e associação criminosa armada.
    Flordelis é ré por homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio, uso de documento falso e associação criminosa armada. | Foto: Reprodução


    Rio de Janeiro - Nesta sexta-feira (13), o Ministério Público do Rio de Janeiro pediu a prisão preventiva da ex-deputada Flordelis. Cassada pelo plenário da Câmara dos Deputados na quarta-feira (11) por quebra de decoro, ela é acusada de ser a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, em junho de 2019, em Niterói (RJ). Anteriormente, Flordelis possuía imunidade parlamentar e, por isso, não poderia ser presa.

    Atualmente, Flordelis é ré por homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio, uso de documento falso e associação criminosa armada. Ela vai a júri popular com outras 10 pessoas pelo crime.

      No Congresso Nacional, a cassação da ex-deputada foi aprovada por 437 votos a 7. Na ocasião, outros 12 deputados se abstiveram. Eram necessários, pelo menos, 257 votos favoráveis à cassação para a perda do mandato.  

    O processo criminal ainda não foi julgado, mas os deputados consideraram que a atuação da parlamentar ao longo do caso feriu o Código de Ética da Câmara.

    *Com informações da assessoria

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