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    Executivo


    Planalto sanciona lei para videochamadas entre internados e familiares

    Serviços de saúde deverão viabilizar, no mínimo, uma videochamada por dia

     

     

    O texto ressalta que se caso houver contraindicação para as videochamadas, o profissional de saúde deverá justificar e anotar no prontuário
    O texto ressalta que se caso houver contraindicação para as videochamadas, o profissional de saúde deverá justificar e anotar no prontuário | Foto: Divulgação

    Brasília - Nesta quinta-feira (2), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou lei que assegura  a pacientes internados em serviços de saúde e impossibilitados de receber visitas, o direito de ter contato com familiares a partir das videochamadas.

    O governo ressalta que a iniciativa pretende instituir as visitas virtuais por videochamadas para atender ao princípio da dignidade da pessoa humana previsto na Constituição Federal, “permitindo que expressões de afeto e de apoio por parte da família propiciem benefícios a todos os envolvidos, inclusive profissionais da saúde”, diz a nota.

    Segundo o texto da proposta, o uso das videochamadas deve ser um direito a ser avaliado pela equipe médica, que deve decidir o melhor momento emocional e o período do tratamento, para estas serem um alívio e um incentivo para a melhora do paciente.

    Também está prevista na medida, no mínimo, uma videochamada por dia aos pacientes internados em enfermarias, apartamentos e unidade de terapia intensiva, respeitadas as observações médicas sobre o momento adequado.

    O texto ressalta que se caso houver contraindicação para as videochamadas, o profissional de saúde deverá justificar e anotar no prontuário.

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    Há também a determinação de que o serviço de saúde zelará pela confidencialidade dos dados e das imagens produzidas durante a videochamada e exigirá a assinatura do paciente, dos familiares e dos profissionais de saúde em termo de responsabilidade, vedada a divulgação de imagens por qualquer meio que possa expor pacientes ou o serviço de saúde "

    , completa a nota.

     

    *Com informações do Metrópoles 

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