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    CPI da Pandemia


    Senador quer convocar ex-mulher de Bolsonaro para depor na CPI

    O pedido de Alessandro Vieira ocorre após a divulgação de diálogos que apontam suposto envolvimento da ex-companheira do presidente com lobistas investigados pela CPI

     

    Segundo Vieira, a ex-mulher de Bolsonaro teria entrado em contato com o Palácio do Planalto para “exercer influência” no processo de escolha do defensor público geral junto ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência e ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Jorge Oliveira.
    Segundo Vieira, a ex-mulher de Bolsonaro teria entrado em contato com o Palácio do Planalto para “exercer influência” no processo de escolha do defensor público geral junto ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência e ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Jorge Oliveira. | Foto: Reprodução


    Brasília - Nesta sexta-feira (3), o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) protocolou, junto à CPI da Covid-19, requerimentos de convocação da ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) Ana Cristina Siqueira Valle. A solicitação ocorre após a repercussão de diálogos divulgados que apontam suposto envolvimento da ex-companheira do chefe de Estado com lobistas investigados pelo colegiado por atuação suspeita no Ministério da Saúde.

    O parlamentar destaca que a CPI obteve indícios de ilicitudes com base em mensagens eletrônicas extraídas de aparelho telefônico apreendido pelo Ministério Público Federal (MPF) do Pará, cujo conteúdo foi encaminhado à comissão.

    Segundo Vieira, a ex-mulher de Bolsonaro teria entrado em contato com o Palácio do Planalto para “exercer influência” no processo de escolha do defensor público geral junto ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência e ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Jorge Oliveira.

      Além disso, o senador afirma que a ex-mulher de Bolsonaro tem relação próxima a Marconny Nunes Ribeiro Albernaz de Faria, apontado como lobista influente no Ministério da Saúde, tendo intermediado negócios, inclusive, para a Precisa Medicamentos, investigada pelo colegiado no âmbito da venda da vacina Covaxin.  

    *Com informações do Metrópoles

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