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    Impeachment


    Manifestantes fazem protesto contra Bolsonaro pelo país

    Os atos pedem o impeachment do presidente da República, e contam com a participação de algumas siglas de direita, centro e centro-esquerda

     

    | Foto: Reprodução


    Brasil - Organizadas pelo Movimento Brasil  Livre (MBL) e pelo Movimento Vem Pra Rua, as manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tiveram início em diversas capitais do país neste domingo (12), pouco tempo após os atos pró-governo do dia 7 de setembro.

      Em uma tentativa de unificar forças pelo impeachment de Bolsonaro, o movimento contou com a presença de diversos segmentos ideológicos, juntando partidos e entidades da esquerda à direita. A avaliação entre os organizadores é que o enfraquecimento de Bolsonaro nas últimas semanas contribuiu para aumentar a adesão.  

    A manifestação na Avenida Paulista foi anunciada ainda em julho, quando os grupos decidiram marcar protestos para setembro, por estimarem que a vacinação estaria mais avançada no país. Apesar de o polo central ser no ato na Paulista, outras capitais também marcaram protestos; entre elas, Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

    Unificação

     

    | Foto: Reprodução


    Para superar o número de manifestantes no 7 de Setembro, quando Bolsonaro mobilizou apoiadores e discursou, os movimentos contam com a participação de algumas siglas de centro e centro-esquerda. Líderes de partidos como PDT, PSB, Rede, Cidadania e PCdoB decidiram aderir em prol da “pauta comum”.

      Outras legendas da esquerda, contudo, como PT e PSol, e de centro, como Podemos – que chegou a ensaiar aderir ao movimento, mas acabou tomando posição contra o impeachment –, ficarão formalmente de fora.  

    Isso porque, entre as pautas do ato, está o entendimento "Nem Lula, nem Bolsonaro” para as eleições de 2022. A colocação de Lula e Bolsonaro como opostos complementares é um dos fatores que dificulta a adesão.

    *Com informações do Metrópoles

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