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    Notas da Contexto


    Pauderney pode ir para Suframa em possível governo do Bolsonaro

    Confira as Notas da Contexto da edição desta quinta-feira do Jornal Em Tempo

    Pode ter certeza. Ele fará parte, com toda a certeza, do nosso governo e fará a intermediação com esse Estado próspero, maravilhoso, mas que precisa de alguns reparos para que vocês possam crescer –, disse o presidenciável
    Pode ter certeza. Ele fará parte, com toda a certeza, do nosso governo e fará a intermediação com esse Estado próspero, maravilhoso, mas que precisa de alguns reparos para que vocês possam crescer –, disse o presidenciável | Foto: Lion

    O deputado Pauderney Avelino (DEM), que não conseguiu se reeleger, pode estar com um pé na Suframa. Em vídeo postado nas redes sociais do parlamentar, o líder das pesquisas Jair Bolsonaro garante que o amazonense vai estar em seu governo. Isto é, se Jair se eleger.

    O vídeo foi gravado numa reunião da bancada da bala com o presidenciável, nessa quarta. Bolsonaro disse que conhece Pauderney desde 1991, quando ambos chegaram pelo PDC a Brasília.

    — Pode ter certeza. Ele fará parte, com toda a certeza, do nosso governo e fará a intermediação com esse Estado próspero, maravilhoso, mas que precisa de alguns reparos para que vocês possam crescer –, disse o presidenciável.

    Rastilho

    Depois do vídeo, rapidamente, como se fosse um rastilho, começou a correr a notícia de que o cargo que Bolsonaro reserva para Avelino é mesmo a Suframa.

    Aceno ao DEM

    O convite público para Pauderney é mais um aceno de Bolsonaro ao DEM, que pode compor a base aliada do presidenciável no Congresso, caso ele seja eleito.

    Com esse que eu vou

    O partido ficou neutro no segundo turno da disputa presidencial, mas seus principais líderes declararam publicamente apoio ao candidato do PSL.

    Pauderney foi um deles.

    Em entrevista ao EM TEMPO em setembro, o parlamentar manifestou seu apoio a Bolsonaro.

    O mistério das urnas

    Uma notícia que circulou nas redes sociais deixou muita gente de barba de molho, em plena reta final das eleições.

    Urnas eletrônicas teriam sido apreendidas em carro particular por policiais de 8ª CIPM de Iranduba (AM), durante a operação “Sentinelas do Amazonas”, na tarde de sábado. Mas tudo não passou de um susto.

    O mistério das urnas 2

    Depois da onda de boatos e conclusões apressadas, ficou comprovado que o veículo que transportava as urnas, na verdade, era um carro oficial do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM).

    Tudo sob controle

    Nessa quarta-feira (24), a própria PM divulgou que, durante o procedimento, não foi constatada nenhuma irregularidade.

    As fotos que circularam na internet foram tiradas por um dos policiais, que decidiu compartilhar em suas redes sociais.

    Calma, gente, é fake!

    Líder do governo na Assembleia Legislativa, o deputado reeleito Dermilson Chagas (PP) foi surpreendido com a notícia no portal Amazon Presse informando que ele havia orientado sua militância a votar no candidato ao Governo do Amazonas Wilson Lima.

    — A informação é falsa. É fake News -, reagiu Chagas, garantindo que é Mazoca “até o fim!”

    Falsa e imoral

    Dermilson respondeu, através de Nota de Esclarecimento, que a informação “é totalmente falsa e imoral”.

    — Isso não existe. Sou líder do governador Amazonino Mendes na Assembleia Legislativa do Estado e estou ao lado dele, apoiando e participando de sua campanha.

    Cadê a ética?

    O líder do governo, de imediato, solicitou ao administrador do portal para retirar a matéria, porque não condiz com a verdade.

    — No entanto, o pedido foi recusado, mostrando que não existe uma ética jornalística nesse portal.

    Ensaio geral

    O candidato ao governo do estado Wilson Lima (PSC) passou o feriado todo se preparando para o debate de hoje na rede Amazônica.

    Tesoura do TSE

    O ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atendeu a um pedido da campanha de Jair Bolsonaro (PSL) e suspendeu, nessa quarta-feira (24), a veiculação de uma inserção do candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad.

    Torturador

    A peça censurada é aquela sobre a ditadura militar e o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra.

    O ministro Salomão considerou que a peça publicitária “ultrapassou os limites da razoabilidade e infringiu a legislação eleitoral”.

    Perguntar não ofende

    Esquisito isso. Fatos registrados na história agora são crime?

    E a memória dos torturados como ficam com a homenagem feita ao torturador numa sessão do Congresso Nacional?

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