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    Notas da Contexto


    Um papamóvel para segurança de Bolsonaro na posse

    — Rolls Royce, nem pensar! –, descartou a equipe de segurança, que analisa a possibilidade de fazer o percurso em carro fechado para minimizar riscos.

    Por isso ritos tradicionais da cerimônia estão sendo revistos, a começar pelo clássico passeio em carro aberto
    Por isso ritos tradicionais da cerimônia estão sendo revistos, a começar pelo clássico passeio em carro aberto | Foto: Lion

    A maior preocupação do comitê de organização da Posse Presidencial é em relação à segurança e à saúde de Jair Bolsonaro (PSL).

    Por isso, ritos tradicionais da cerimônia estão sendo revistos, a começar pelo clássico passeio em carro aberto. Bolsonaro comentou com a equipe que gostaria de seguir o costume de fazer o trajeto entre a Catedral e o Congresso Nacional no Rolls Royce conversível, veículo utilizado na posse de todos os presidentes do país e em alguns eventos públicos desde 1953.

    — Rolls Royce, nem pensar! –, descartou a equipe de segurança, que analisa a possibilidade de fazer o percurso em carro fechado para minimizar riscos.

    Colete ou blindado

    A equipe de segurança também aconselhou que o presidente faça o percurso de colete à prova de bala ou num papamóvel.

    Aquele carro blindado de Sua Santidade.

    10 mil homens

    O medo de atentado é tanto, que o número de pessoas integrando a segurança, em 1º de janeiro, também foi modificado.

    A expectativa inicial era de que 10 mil homens das Forças Armadas, das polícias Federal, Civil e Militar e do GSI fariam a segurança do futuro presidente.

    Porém, com a confirmação da presença do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, essa quantidade deve aumentar.

    O dobro da Dilma

    Para se ter uma ideia de como a equipe de segurança cresceu, O contingente corresponde a mais do que o dobro de agentes que participaram da posse da ex-presidente Dilma Rousseff, que foi de 4 mil.

    Olho no orçamento

    Os deputados estaduais têm até esta terça-feira (11) para apresentar emendas parlamentares impositivas ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2019, que está tramitando na Assembleia Legislativa.

    Babita de R$ 17,4 bi

    A matéria prevê um orçamento de R$ 17,4 bilhões para o ano que vem.

    Por meio das emendas, além de propor ajustes ao projeto, cada parlamentar pode indicar o destino de R$ 6,5 milhões ao Orçamento.

    Para onde vai

    Desse montante, R$ 781.967,64 (12%) deverão ser destinados para a saúde e R$ 1.629.099,25 (25%), para a educação.

    Deve ficar livre para a aplicação em outras áreas a bagatela de R$ 4,1 milhões.

    Sarafa aprovado!

    O deputado reeleito Serafim Corrêa (PSB) teve sua prestação de contas da campanha eleitoral 2018 julgadas e provadas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM).

    — Transparência nas contas públicas é fundamental em qualquer tipo de administração, bandeira que sempre defendi na Assembleia. Vamos em frente! –, festejou o líder do PSB.

    Barril de pólvora

    A intervenção em Roraima, que teve início ontem, tem o outro lado da moeda ao qual o governo federal tem por obrigação ficar atento.

    Os impactos da crise em Roraima em serviços públicos essenciais, como a segurança pública.

    Massacres

    A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) já alertou sobre o risco de “reedição de massacres”.

    O relatório de inteligência aponta que há risco de atos “retaliatórios” de facções criminosas que atuam dentro e fora da prisão em Roraima.

    E citou o Comando Vemelho e o PCC (Primeiro Comando da Capital).

    Incêndio de ônibus

    O relatoria da Abin chama a atenção para “atos do tipo, incêndio de ônibus e ataques contra prédios públicos ligados à área de segurança. “ Atos que tendem a ser potencializados”, diz o relatório.

    Camu-camu

    Uma pesquisa desenvolvida pela médica Tamara Menezes busca no camu-camu, fruto nativo da região amazônica, uma nova terapia de tratamento para pacientes que sofrem de úlceras de pressão.

    Um dos principais problemas enfrentado pelos pacientes quando estão acamados.

    Camu-camu 2

    As feridas ocorrem em função da falta de oxigenação superficial da pele, provocada por compressão prolongada em pacientes acamados por longos períodos.

    O estudo é desenvolvido com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

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