Notas da Contexto


Filha de Adail Pinheiro apoiará na Câmara Josué Neto

Decido baseada em minhas convicções pessoais e políticas apoiar a candidatura do deputado estadual Josué Neto para a presidência da Aleam, disse a deputada

Mayara justificou sua escolha dizendo que a expectativa é a conformidade com os programas defendidos
Mayara justificou sua escolha dizendo que a expectativa é a conformidade com os programas defendidos | Foto: Malika

Apesar de ser do Partido Progressista, o mesmo do deputado Belarmino Lins, a filha de Adail Pinheiro, deputada Mayara Pinheiro, divulgou em suas redes sociais que apoiará o deputado Josué Neto (PSD) à presidência da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

— Decido baseada em minhas convicções pessoais e políticas apoiar a candidatura do deputado estadual Josué Neto para a presidência da Aleam.

Nos conformes

Mayara justificou sua escolha dizendo que a expectativa é a conformidade com os programas defendidos.

— Desejo ainda o entendimento de todos para a formação de um parlamento coeso e alinhado, pois é exatamente isso que o Amazonas espera de todos nós.

Peixe com farinha

Uma das prioridades de Mayara será o empenho na geração de novos postos de emprego, valorizando o setor primário.

— Capital e interior precisam crescer de forma estratégica. O peixe e a farinha que consumimos ainda vêm de fora.

Rossieli é inocente

O ex-ministro da Educação na gestão de Michel Temer, Rossieli Soares – que também foi secretário do Amazonas –, voltou a negar responsabilidade por mudanças nos critérios de avaliação dos livros didáticos.

Será que é boicote?

Em entrevista à rádio Eldorado, o ex-ministro e agora secretário da Educação em São Paulo disse que não sabe o que aconteceu.

— E espero não ter havido boicote de servidores ao governo de Jair Bolsonaro -, torce.

Não era mais ministro

Rossieli disse que não pode se responsabilizar sobre publicações no Diário Oficial do dia 2 de janeiro, quando já não era mais ministro.

Torce pelo Brasil

Para ele, é difícil apontar se a publicação foi feita de forma equivocada ou se houve boicote.

— Eu espero que não seja (boicote), porque eu torço para que o novo ministro dê certo, pelo bem do Brasil –, afirmou.

Dá uma moeda aí!

Na esquina da rua Fortaleza com a avenida Mário Ypiranga, em Adrianópolis, um homem moreno, de aproximadamente 40 anos, pede esmola batendo com uma moeda nos para-brisas dos carros.

Moedinha raivosa

Quando as pessoas se recusam a dar, simplesmente por não ter dinheiro trocado ou por não concordar com a abordagem, ele se irrita e intensifica as batidas no vidro violentamente.

E se o condutor do carro esboçar qualquer reação, ele xinga com palavrões, chuta a lataria do veículo e corre.

Esmola para um são

A cena seria até compreensível.

Mas isso se ele fosse uma pessoa inválida, sem condições de lutar pela sobrevivência. Mas, no caso, trata-se de um cidadão novo, forte, gozando de saúde e que muito bem poderia ir à luta em busca de trabalho.

Vicia o cidadão

Mas, como tem gente que se compadece, ele prefere continuar esmolando onde, com certeza, fatura um bom dinheiro sem fazer muito esforço.

Como diria Luiz Gonzaga, “ mas, doutor, uma esmola; para um home que é são/ ou lhe mata de vergonha; ou vicia o cidadão...”

Chuva de aranha

Chuva de aranha, você já ouviu falar nisso?

O fenômeno aconteceu na cidade de Espírito Santo do Dourado, no Sul de Minas Gerais. Rapaz transitava por área rural da cidade quando se deparou com a cena de milhares de aranhas suspensas no céu.

Ele aproveitou o celular para filmar o que ele classificou de “chuva de aranha”.

Fim do mistério

O mistério foi esclarecido posteriormente por biólogos que explicaram que o fenômeno é muito comum no calor em locais de alta umidade.

As aranhas fazem uma enorme teia comunitária sobre casas e árvores para caçar pequenos insetos à noite.

Teia invisível

Como o fio da teia é muito fino, a impressão que dá é de que os aracnídeos estão voando ou estão despencando como se houvesse realmente uma chuva de aranha.

Segundo os biólogos, o veneno desse tipo de aranha não faz mal ao ser humano.

E tome crise

O anúncio feito pelo chanceler Ernesto Araújo de que o presidente da Apex (Agência de Promoção de Exportações do Brasil), Alecxandro Carreiro, havia pedido demissão do cargo criou um mal-estar entre o Palácio do Planalto e o Itamaraty.

Eu mesmo não!

No entanto, Carreiro mostrou a deputados do PSL troca de mensagens pelo WhatsApp que comprovariam que ele não pediu demissão como informou o ministro nas suas redes sociais, mas foi forçado a deixar o cargo na Apex.

Por cima do chefe

O problema é que Araújo anunciou a demissão pelas redes sociais antes de ter consultado o presidente Jair Bolsonaro (PSL) sobre o tema, que é quem tem o poder de nomear ou exonerar as indicações para o comando da Apex.

Você gosta das Notas da Contexto? Então leia mais:

O celular a serviço do crime

Cesare Battisti pode estar em fuga pela Amazônia

Assembleia Legislativa do Amazonas entre o velho e o novo