Saúde


Sidney Leite pede investimentos de Bolsonaro para saúde do Amazonas

Sidney Leite cobra maior participação do governo federal no financiamento à saúde no AM. Estado é o que mais gasta na saúde pública no país e o que menos recebe investimentos federais

Em discurso na tribuna da Câmara dos Deputados na tarde desta quarta-feira, 5, o deputado federal Sidney Leite (PSD) cobrou maior empenho do governo federal na liberação de recursos para a saúde no Amazonas
Em discurso na tribuna da Câmara dos Deputados na tarde desta quarta-feira, 5, o deputado federal Sidney Leite (PSD) cobrou maior empenho do governo federal na liberação de recursos para a saúde no Amazonas | Foto: Divulgação

Manaus - Em discurso na tribuna da Câmara dos Deputados na tarde desta quarta-feira, 5, o deputado federal Sidney Leite (PSD) cobrou maior empenho do governo federal na liberação de recursos para a saúde no Amazonas. Conforme o parlamentar, o Estado é o que menos recebe recursos federais entre os demais estados brasileiros e, o que mais gasta, chegando a investir quase que o mesmo volume aplicado na educação.

Leite afirmou que já levou a questão ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, no sentido de o governo federal dar mais atenção e financiar a saúde pública da região, haja vista que a população amazonense precisa de atenção e atendimento igual ao resto do país.

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O Estado já tem um custo amazônico e o custo da sua realidade, das suas distâncias, mas, é o que menos recebe recursos da federação para a saúde, tanto na Média e Alta Complexidade, quanto ambulatorial e hospitalar. Temos uma fila no Sisreg em torno de 100 mil pessoas esperando sua vez para consultas, exames e cirurgias e apenas uma UTI aérea para atender a 61 municípios, muitos com distâncias que ultrapassam mais de 1,3 mil quilômetros", disse o deputado. "

Sidney Leite, Deputado Federal

Em seu discurso, ele ressaltou que não se pode discutir o Amazonas somente do ponto de vista ambiental, mas sobretudo, da sustentabilidade social com condições de promover políticas públicas como a saúde. "Sem isso, não conseguiremos manter a floresta em pé", finalizou.

* Com informações da assessoria.