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    Homicídio


    Após ser preso, Givancir cancela candidatura à Prefeitura de Iranduba

    Desde a morte, a família de Bruno e Tchelsy apontaram o presidente dos rodoviários como autor dos tiros

    Givancir de Oliveira se apresentou à polícia
    Givancir de Oliveira se apresentou à polícia | Foto: Daniel Landazuri


    Manaus - Na noite desta segunda-feira (2), Sylvio Costa, advogado de Givancir de Oliveira, presidente do Sindicato dos Rodoviários de Manaus, confirmou que o cliente decidiu cancelar a candidatura à Prefeitura de Iranduba na eleição deste ano. Givancir foi preso na tarde de hoje suspeito de matar Bruno de Freitas Guimarães e tentar matar a prima dele identificada como “Tchelsy”, na tarde do último sábado (29).

    Givancir de Oliveira se apresentou à polícia na sede da 31ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), situada em Iranduba (município distante 27 quilômetros em linha reta de Manaus), para prestar esclarecimentos sobre as acusações. Desde a morte, a família de Bruno e Tchelsy apontaram o presidente dos rodoviários como autor dos tiros.

    "Ele vai cancelar a candidatura para se dedicar única e exclusivamente para provar sua inocência. Ele veio até a delegacia por livre e espontânea vontade, justamente para esclarecer todos os fatos", disse o advogado de Givancir em frente à delegacia de Iranduba. 

    Prisão

    O juiz de direito Carlos Henrique Jardim da Silva, que responde pela 2ª Vara da Comarca de Iranduba, atendendo ao pedido da Polícia Civil do Estado do Amazonas, decretou a prisão temporária por um período de 30 dias de Givancir Oliveira. Após ser preso, Givancir foi transferido para Manaus para resguardar a sua integridade. Dezenas de moradores e familiares das vítimas chegaram a ir até a delegacia ver de perto a prisão do presidente dos rodoviários.

    O mandado de prisão temporária se deu com o objetivo de apurar a autoria do homicídio de Bruno Guimarães.