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    Solidariedade


    Prefeitura de Manaus fortalece ações sociais do lar Janell Doyle

    O FMS em ação conjunta com organizações sociais, tem contribuindo com diversas entidades que ajudam pessoas em situação de vulnerabilidade

    | Foto: Divulgação/ PMM

    ManausAs parcerias entre a Prefeitura Municipal de Manaus (PMM) e as Organizações da Sociedade Civil (OSCs), permitiu que o Lar Batista Janell Doyle colocar em prática o projeto "Fábrica de Sonhos", que busca incentivar a inclusão e propor o resgate da cidadania por meio de ações educacionais, recreativas e de geração de renda.

    Segundo a presidente do Fundo Manaus Solidária (FMS), a primeira-dama Elisabeth Valeiko, o fortalecimento das iniciativas das organizações, ganha abrangência e beneficie mais pessoas. “Nós acreditamos muito na força que esse trabalho em cadeia pode proporcionar, no bem que pode gerar. Em 2019, o Fundo Manaus Solidária fomentou o lar Janell Doyle com R$ 180 mil e em 2020 com R$ 190 mil”, afirmou Valeiko.

    Para Ecilene Bandeira, mãe de duas crianças que frequentam as atividades do projeto ‘Fábrica de Sonhos’, conta que as ações do instituto são de extrema importância na vida de suas filhas Jeniffer e Jeicelene, de 5 e 11 anos de idade. “Eu não tenho condições de pagar um colégio particular, então esse apoio é fundamental para que as minhas filhas possam passar mais tempo aprendendo e menos tempo na rua. Essa ajuda beneficia a nossa família como um todo, porque eles não oferecem apenas a educação, existe todo um acompanhamento que também inclui a alimentação", comentou.

    Projeto ‘Fábrica de sonhos’

    Com o fomento adquirido em R$ 190 mil, o lar colocou em prática o projeto "Fábrica de Sonhos", que busca incentivar a inclusão e resgatar a cidadania por meio de ações educacionais, recreativas e de geração de renda.

    O projeto oferece a crianças e adolescentes do Mauazinho, oportunidades de aprendizado e conhecimento. Dentre as atividades, realizadas durante o contraturno escolar, o lar oferece oficinas de culinária e informática, aulas de jiu-jitsu, música e inglês.

    "Somos uma ponte para que eles tenham acesso a atividades que o bairro normalmente não oferece. O que queremos com o projeto é dar a oportunidade a esses jovens, para que eles possam sonhar com novos horizontes, que passem a pensar em arte, cultura e informação", destacou Magaly Arruda, diretora do Lar Batista Janell Doyle.

     

     *Com informações da assessoria.