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    Informação desencontrada sobre pandemia pode gerar pânico

    O deputado progressista Álvaro Campelo, enviou documento ao Ministério da Saúde, solicitando informações, no interesse de contribuir para as medidas mais efetivas dos governos estaduais e municipais

    Segundo FVS a alta da pandemia acontecerá no final de julho e começo de agosto | Foto: Lucas Silva

    ManausManaus - Desencontro de conhecimento de autoridades a respeito do momento da crise provocada pelo covid-19, levou o deputado estadual Álvaro Campelo (Progressistas), enviar um documento para o Ministério da Saúde, solicitando informações a respeito qual será o real período pandêmico. O desequilíbrio das informações poderá gerar ainda mais instabilidade emocional na população.

    O progressista ouviu algumas autoridades na área de saúde e analisou as declarações. "Escutei da Dra. Ana Escobar, pediatra renomada da USP, afirmando que o período do pico iniciou-se no último dia 27 de abril. Em outra declaração sobre o assunto, o secretário Nacional da Fundação de Vigilância Sanitária (FVS), Anderson de Oliveira, afirmou que acontecerá no final de julho e começo de agosto, ou seja, é um verdadeiro desencontro de informações. Estou enviando documento ao Ministério da Saúde, solicitando informações precisas a respeito dessa situação, porque isso certamente vai contribuir para os Governos estaduais e municipais, tomarem medidas ainda mais efetivas”, ponderou Campelo.

    O deputado, aproveitou a sessão virtual para fazer apelo à sociedade e, aos gerentes de estabelecimentos de serviços essenciais, especialmente, os bancos para que cumpram as medidas de distanciamento social. “Li a declaração de um gerente de agência bancária, dizendo que a responsabilidade da instituição era da porta para dentro. Nesse momento de pandemia a responsabilidade é, também, da porta para fora. A população precisa se conscientizar e fazer sua parte, cumprindo o distanciamento mínimo de um metro e meio ou dois de uma pessoa para outra. Portanto, peço mais responsabilidade, principalmente, da Caixa Econômica Federal, onde se tem visto grandes aglomerações de pessoas necessitadas que estão indo sacar o auxílio emergencial, porque estão sem o mínimo para poder se manter”, finaliza Álvaro.