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    Alvo de fake news, David diz que mantém histórico Ficha Limpa

    Mesmo com ataques de noticias falsas, o candidato afirmou que sua conduta é pautada pelo princípio da moralidade administrativa

    Segundo informações nos sistemas de órgãos públicos, David não tem pendências junto à Justiça Eleitoral
    Segundo informações nos sistemas de órgãos públicos, David não tem pendências junto à Justiça Eleitoral | Foto: Divulgação

    Manaus - Mesmo sendo alvo de fake news, o candidato a prefeito de Manaus David Almeida (Avante) tem conseguido driblar os ataques e garantir o histórico de candidato Ficha Limpa no pleito municipal desta ano. 

    O ex-deputado estadual e ex-governador interino do Amazonas, tem sido alvo de diversos ataques contra a sua figura por meio de fake news disparadas pelos adversários.

    No entanto, todos sem sucesso, uma vez que a Justiça, seja comum ou eleitoral, confirma as informações lançadas, contra o candidato, como falsas.

    Segundo informações nos sistemas de órgãos públicos, David não tem pendências junto à Justiça Eleitoral (TRE-AM), bem como com a Corte de Contas (TCE) e no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). 

    Entre as ações em que a Justiça confirmou a conduta de David, após julgar improcedente, a 2ª Vara da Fazenda Pública do Estado do Amazonas arquivou ação popular com pedido de Tutela de Urgência contra o ex-governador, feita pelo então deputado estadual Bosco Saraiva. 

    De acordo com David, sua conduta é pautada pelo princípio da moralidade administrativa. O candidato alega que adversários tentam manchar a sua história, produzindo fake news, com objetivo claro de prejudicar a sua imagem.

    O candidato citou como exemplo, as acusações de suposto contrato milionário com o Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (Imed) para a realização de cirurgias no Hospital Delphina Aziz, quando esteve governador do Amazonas.

    As acusações, segundo o postulante, foram consideradas improcedentes pelo Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM).

    Outra fake news apontada por David foi contrato que envolve a Suhab, que para Almeida "não passa de mais uma tentativa de enganar a população".

    Segundo informações do MP-AM, o candidato não é citado no processo. Na época, David foi o primeiro a manifestar apoio às investigações da operação Bilhete Premiado, realizada pelo órgão.

    Justiça Eleitoral

    Neste ano, o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) considerou improcedentes três processos referentes à eleição suplementar de 2017 para o Governo do Estado. Sob a relatoria do desembargador Aristóteles Lima Thury, das três ações, duas tratavam de Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) e uma de representação.

    Os processos acusavam Almeida de conduta ilícita e abuso de poder político ou econômico, quando David apoiou a candidatura de Rebecca Garcia, mas a acusações não foram comprovadas.

    As denúncias representadas nas duas Aijes, foram consideradas vazias pela falta de provas documentais e testemunhais, por isso não se sustentaram, de acordo com a defesa.

    Conforme a defesa de David, todos os processos abertos contra o candidato em 2017 tinham unicamente a finalidade político-eleitoral de prejudicar o então governador interino.

    “Tudo não passou de uma cortina de fumaça que, na época, tinha por objetivo prejudicar a imagem de David Almeida enquanto político, diante do seu apoio moral à candidata Rebecca Garcia”, argumentou a defesa.

    Contas aprovadas

    Em dezembro de 2018, o pleno do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) aprovou as contas de David Almeida no exercício de governador do Estado, do período de 9 de maio a 3 de outubro de2017.

    No ano seguinte, em outubro de 2019, a Justiça Eleitoral também aprovou as contas de campanha de Almeida referentes às eleições gerais de 2018, quando se lançou candidato ao Governo do Amazonas. 

    Em fevereiro deste ano, o TCE-AM confirmou a aprovação das contas de David Almeida como presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) referentes ao exercício de 2018.

    A Corte de Contas, um ano antes, já tinha aprovado, sem ressalvas, as contas do então presidente David referentes ao exercício de 2017.

    “Fizemos um trabalho responsável na presidência da Assembleia, entre 2017 e 2018. Recuperar as contas do Poder foi uma das nossas prioridades como gestor, no mesmo passo em que trabalhamos pela sua transformação, ao retirá-lo da era analógica e incluí-lo na digital, bem como resolver a questão salarial dos servidores da Casa”, disse David.

    *Com informações da assessoria 

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