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    Importação


    Alessandra sugere ação para barrar redução de impostos de bicicletas

    A deputada sugeriu

     

    O Governo Federal reduziu o imposto de importação de bicicletas de 35% para 20% até o fim do ano
    O Governo Federal reduziu o imposto de importação de bicicletas de 35% para 20% até o fim do ano | Foto: Divulgação

    Manaus - Em pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) nesta quinta-feira (18), a deputada Alessandra Campêlo (MDB) repudiou a resolução do Governo Federal que reduz o imposto de importação de bicicletas de 35% para 20% até o fim do ano. 

    A medida, que foi publicada no Diário Oficial da União na madrugada desta quinta-feira, pode gerar desempregos em massa no estado e prejudicar o polo de produção de bicicletas do Polo Industrial da Zona Franca de Manaus (PIM), que é o maior do Brasil e considerado um dos maiores do mundo.

    De acordo com a publicação no Diário, a redução vai acontecer de forma gradual, em três fases. A primeira acontece em março, para 30%; depois em julho, para 25%; e chega a 20% em dezembro deste ano.

    A parlamentar destacou que a medida não trará benefícios para o Amazonas e sugeriu uma moção de apelo ao governo federal, assinado por todos os 24 deputados estaduais, solicitando a revisão da resolução. 

    “Essa medida não vai beneficiar em nada o Amazonas e o Brasil a partir do momento em que reduzirem a alíquota. Isso vai gerar desemprego em massa. Apenas no nosso estado, a indústria de bicicletas é responsável por cerca de cinco mil empregos diretos e indiretos que serão prejudicados pela resolução. Não podemos permitir que essa indústria seja destruída e dizimada. Sugiro uma moção de apelo assinada pelos 24 deputados estaduais desta Casa pedindo que o Governo Federal repense a decisão”, disse. 

    Reabertura do comércio

    A deputada reforçou, na tribuna, a necessidade de elaborar um plano de reabertura gradual das atividades econômicas no estado. Para ela, a queda gradual e estável da taxa de transmissão da Covid-19 indicam que já se deve pensar em alternativas para recuperar a economia.

    “Hoje, a taxa de transmissão é de 0,95. Há uma queda gradual e a taxa está estável há três dias. Temos condições de pensar na abertura gradual das atividades econômicas, com todos os cuidados necessários para isso. Entendo que houve a necessidade de paralisar essas atividades, mas precisamos de equilíbrio. Nos preocupamos com as vidas das pessoas no quesito saúde e economia”, afirmou.

    *Com informações da assessoria

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