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    Deputado garante normalidade na emissão da carteira de PCD no AM

    Durante a pandemia, os usuários tiveram dificuldade na solicitação e obtenção da carteira

     

    O atraso se deu em decorrência do decreto governamental
    O atraso se deu em decorrência do decreto governamental | Foto: Divulgação

    Manaus - Após receber reclamações sobre a dificuldade na solicitação e obtenção da Carteira de Identificação para a Pessoa com Deficiência no Amazonas, durante a pandemia, o presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), deputado Álvaro Campelo (Progressistas), esteve reunido na tarde da última quinta-feira (18), com a titular da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), Mirtes Salles e a secretária adjunta, Luciana Andrade, para pedir celeridade na entrega do documento. A Lei 5.106/20, de autoria do deputado, instituiu o documento que substitui o laudo médico e garante acesso prioritário a diversos serviços públicos e privados para PcD’s no âmbito do estado. 

    De acordo com Mirtes, o atraso se deu em decorrência do decreto governamental e a pasta já retornou com a emissão e entrega do documento. “Já foi entregue, inclusive, um lote, essa semana com 180 carteirinhas. O serviço já voltou ao normal”.

    A titular da pasta orientou ainda, que a solicitação pode ser feita pelo aplicativo Sasi, disponível para download em celulares com sistema Android e iOS, ou de forma presencial no Núcleo PcD da Sejusc (rua Salvador, nº 456, bairro Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus), ou pelo WhatssApp: (92) 98406-0249.

    Ação de resgate

    Na oportunidade, Álvaro Campelo, que também preside a Comissão de Promoção e Defesa das Crianças, Adolescentes e Jovens da Aleam (CPDDCA), solicitou à secretária,  apoio para a quinta ação de resgate de crianças e adolescentes dos semáforos, prevista para a primeira quinzena de março. A ação conjunta entre órgãos do estado tem o objetivo combater a exploração do trabalho infantil nas ruas, além de oferecer o acompanhamento e suporte para as crianças resgatadas.

    “Algo que eu  sempre ressalto: mendicância não é crime, mas se utilizar dessas crianças e desses adolescentes para obter benefício próprio é. E nós, na condição de representantes da rede de proteção não vamos permitir isso”, garantiu o deputado.

    *Com informações da assessoria

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